Porto Alegre, sexta-feira, 24 de Outubro de 2014

  • 19/04/2014
  • 19:55
  • Atualização: 19:58

Novo incêndio na região chilena de Valparaíso destrói 200 hectares

Região está em alerta vermelho para combater as chamas

Bombeiros e voluntários combatem fogo no Chile | Foto: AFP / CP

Bombeiros e voluntários combatem fogo no Chile | Foto: AFP / CP

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Um novo incêndio, registrado na sexta-feira na comunidade de Santo Domingo, a 100 quilômetros ao Sul de Valparaíso, permanecia ativo neste sábado com vários focos, após consumir mais de 200 hectares, informou a Confederação Nacional Florestal (Conaf) do Chile.

O fogo ocorreu na região de Valparaíso, cuja cidade principal foi assolada na semana passada pelo pior incêndio de sua história, que deixou 15 mortos, 2,9 mil casas destruídas, 12,5 mil famílias afetadas e mais de 1.070 hectares queimados.

Um total de 13 helicópteros, dois aviões Dromader e brigadas de bombeiros e do Conaf, vindos de vários pontos do país lutavam para que o incêndio, que já devastou 200 hectares de pastagens e matagal, não chegasse às casas situadas nas proximidades do cruzamento La Manga-Bucalemu, na comunidade de Santo Domingo.

Os bombeiros que trabalham desde a sexta-feira fizeram avanços no controle do fogo, ainda ativo.

"Estamos reforçando as linhas antichamas nestas áreas e concentramos a maior quantidade de recursos no que denominados de cabeça do incêndio", na parte norte, já que ali se apresentam vários focos nas áreas de fendas e declives fortes, explicou em um comunicado Segio Mendoza, gerente de Manejo do Fogo da Conaf.

A região está em alerta vermelho para poder dispor de todos os recursos na luta contra o incêndio.

Além disso, o organismo estatal de proteção civil do Chile (Onemi) decretou na sexta-feira alerta vermelho em Valparaíso pelo incêndio florestal e alerta precoce em toda a região devido a "condições propícias para a ocorrência e a propagação de incêndios florestais".

A região de Valparaíso também sofreu neste sábado um terremoto de baixa intensidade, 4,1 na escala Richter, que não causou danos pessoais, alteração de serviços básicos ou infraestruturas, segundo a Onemi.

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