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24/04/2014 18:51 - Atualizado em 24/04/2014 18:52

Parte dos laudos da perícia do caso Bernardo sai nesta sexta

Polícia aguarda resultados para concluir inquérito

O Instituto Geral de Perícias (IGP) pretende divulgar nesta sexta-feira parte dos laudos que estão sendo elaborados para tentar esclarecer a causa da morte do menino Bernardo Uglione Boldrini, de 11 anos. O trabalho dos agentes também é importante para provar quem participou do crime. A delegada responsável pelo caso, Caroline Bamberg Machado, aguarda pelo resultado das perícias para concluir o inquérito.

• Leia mais sobre o caso Bernardo Boldrini

O órgão registra cerca de duas mil perícias atrasadas, admitiu nesta quinta à TV Record o diretor substituto do IGP, Paulo Leonel Fernandes. O Instituto está dando prioridade ao caso do garoto. O diretor não adiantou quais os resultados que chegarão às mãos dos policiais responsáveis pela investigação.

A assistente social Edelvania Wirganovicz, amiga do casal Boldrini, disse em depoimento a Polícia, conforme a delegada Caroline Machado, que o menino foi morto com uma injeção letal. Uma parceria com a PUCRS viabilizou o uso de um equipamento da universidade utilizado para romper células e liberar substâncias contidas no interior das partículas. O material recolhido passa por uma série de análises posteriores e é considerado importante para tentar identificar a substância que pode ter sido injetada na corrente sanguínea do menino.

Servidores do IGP também estão no Noroeste do Estado realizando procedimentos em locais por onde supostamente passaram os assassinos do menino. A meta é identificar indícios da participação dos assassinos que servirão de prova para incriminar os autores do crime.

O corpo do menino foi encontrado enterrado em um matagal de Frederico Westphalen, na segunda-feira da semana passada. Ele era considerado desaparecido havia dez dias. A família vive em Três Passos, distante cerca de 100 km do local. O pai do menino, Leandro Boldrini, a madrasta, Graciele Ugulini, e a assistente social amiga do casal, Edelvania Wirganovicz, são suspeitos do crime e estão presos.

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Fonte: Samuel Vettori / Rádio Guaíba






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