Porto Alegre, sábado, 25 de Outubro de 2014

  • 27/04/2014
  • 12:34
  • Atualização: 14:38

Índios são suspeitos de terem ateado fogo em ônibus após acidente

Motorista era a única pessoa dentro do coletivo no momento da colisão em Miraguí

Motorista era a única pessoa dentro do coletivo no momento do acidente.  | Foto: Sandro Medeiros / Portelaonline / Especial / CP

Motorista era a única pessoa dentro do coletivo no momento do acidente. | Foto: Sandro Medeiros / Portelaonline / Especial / CP

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  • Agostinho Piovesan / Correio do Povo

Índios caingangues, da Reserva do Guarita, colocaram fogo em um ônibus que se envolveu num acidente na madrugada de sábado, 3h20min no km 38 da ERS 330, em Miraguaí, na região Celeiro do Rio Grande do Sul. As informações são da Brigada Militar.

O ônibus, sem passageiros, colidiu numa moto conduzida por um índio caingangue. A vítima foi identificada pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM) como sendo Cleberson Amaral Leopoldino.

Os índios, revoltados com o acidente e morte, atearam fogo no coletivo. O motorista do ônibus fugiu do local com medo de ser agredido. A Brigada Militar informou que o incêndio teria sido criminoso, pois as chamas iniciaram logo depois da ocorrência do acidente. O coletivo que era utilizado por índios que trabalham num frigorífico de Chapecó, Oeste de Santa Catarina e foi consumido pelas chamas.

No momento em que a polícia chegou no local, o coletivo estava em chamas. Já a moto conduzida pelo indígena havia sido retirada do local. A Polícia Civil já abriu dois inquéritos para investigar e esclarecer o que realmente aconteceu. O primeiro inquérito vai investigar o acidente de trânsito com morte e o segundo, vai garantir uma investigação para saber em que circunstâncias esta moto sumiu, as causas do incêndio e quem provocou o incêndio.

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