Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 27/04/2014
  • 17:20
  • Atualização: 17:21

Sanções dos EUA à Rússia serão contra indústria da defesa

Pessoas e empresas ligadas ao presidente russo Vladimir Putin serão também atingidas

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  • AFP

As próximas sanções que os Estados Unidos irão aplicar contra a Rússia por seu papel na crise ucraniana apontarão, principalmente, para a indústria da defesa russa e para pessoas e empresas ligadas ao presidente Vladimir Putin. “A partir dessa semana, em coordenação com nossos aliados e sócios, vamos aumentar a pressão sobre as pessoas próximas (a Vladimir Putin), sobre as empresas que eles dirigem e sobre a indústria da defesa", declarou o conselheiro adjunto americano para a Segurança Nacional Tony Blinken em entrevista à rede CNN, neste domingo.

As novas sanções internacionais, que poderão ser impostas a partir de segunda-feira, têm como objetivo deter as "provocações" de Moscou no leste da Ucrânia, explicou um pouco antes o presidente Barack Obama. "Para nós, é importante tomar mais medidas enviando uma mensagem à Rússia de que esse tipo de atividade desestabilizadora que acontece na Ucrânia deve acabar", afirmou Obama, em entrevista coletiva na Malásia.

Washington não acolherá, porém, o pedido de ajuda militar dos ucranianos diante da ameaça representada pelas tropas russas estacionadas perto de suas fronteiras, acrescentou Blinken. "Mesmo que lhes enviássemos armas, isso não mudaria em nada sua capacidade de se opor à Rússia", completou o conselheiro, explicando que, em vez disso, os Estados Unidos se concentrarão em conceder ajuda econômica a Kiev.

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