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28/04/2014 13:39 - Atualizado em 28/04/2014 13:52

Veículos populares são os mais visados pelos criminosos

Carros roubados são utilizados para fins criminosos, segundo Sindseg/RS

O Rio Grande do Sul registrou no ano passado um aumento de 35% no roubo e furto de veículos. Os modelos populares são os mais visados pelos criminosos que recebem de R$ 800,00 a R$ 1.000,00 para roubar um automóvel. Os carros populares servem para abastecer uma indústria clandestina de peças. Os dados foram apresentados nesta segunda-feira pelo Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS) durante reunião-almoço da entidade realizado no Hotel Plaza São Rafael.

Segundo diretor-presidente do Sindseg, Júlio César Rosa, a recuperação de veículos caiu de 45% para 35%. “Dois dias é o tempo para a recuperação do carro. Se não ocorrer neste prazo, o proprietário não terá chance de reaver o automóvel”, destacou. Segundo ele, depois desses dois dias, 95% dos veículos roubados ou furtados no Estado não são recuperados.

Conforme Rosa, os automóveis são utilizados para o desmanche que abastece o mercado clandestino de vendas de peças, translado estadual e internacional, clonagem e furto/roubo do carro para utilização em outras ações criminosas como sequestro e assaltos a bancos e lojas.

Os veículos mais velozes são utilizados para práticas em outros delitos, como sequestros relâmpago e assaltos. “Os importados têm como destino o translado para outros estados, rotas internacionais dos países do Mercosul ou a indústria da clonagem de veículos”, explicou. Segundo o presidente do sindicato, a área da segurança pública gaúcha precisa discutir ações para interromper a ação da indústria do crime, que na opinião de Rosa, é muito organizada.

De acordo com diretor, os criminosos têm atuado próximo de escolas, estacionamentos de shoppings, supermercados e parques. Na saída de casa, o motorista precisa estar atento aos horários entre 7h e 8h e das 18h às 20h. Os motoristas também devem tomar cuidado ao estacionar seus veículos e acionarem seus mecanismos de travamento eletrônico. No entando, admitiu que dispositivos utilizados pelos criminosos estão bloqueando ou captando o sinal do alarme, possibilitando que o criminoso tenha acesso ao interior do automóvel.

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Fonte: Claudio Isaías / Correio do Povo





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