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01/05/2014 13:17 - Atualizado em 01/05/2014 19:06

Polícia busca restos mortais de comerciante em Canela

Homem foi preso e confessou o assassinato de Silvio Peixoto, de 49 anos

Polícia buscas restos mortais de comerciante em Canela<br /><b>Crédito: </b> Polícia Civil / Divulgação / CP
Polícia buscas restos mortais de comerciante em Canela
Crédito: Polícia Civil / Divulgação / CP
Polícia buscas restos mortais de comerciante em Canela
Crédito: Polícia Civil / Divulgação / CP

Agentes da DP de Canela realizaram na manhã desta quinta diligências no interior do município para localizar os restos mortais do comerciante Silvio Peixoto, de 49 anos, que estava desaparecido desde o dia 7 deste mês. Ele foi assassinado com pauladas por dois irmãos, dos quais um dos suspeitos foi preso pela Brigada Militar na noite de quarta-feira em São José da Grota, em Vila Oliva, em Caxias do Sul. Ele já confessou o crime. O outro permanece foragido.

No dia 23 deste mês, a caminhonete Blazer da vítima havia sido encontrada abandonada e totalmente incendiada no interior de um matagal da propriedade da família dos suspeitos, na divisa entre Canela e Gramado. Nesta área apareceram depois queimadas duas casas em protesto pelo crime.

As investigações estão sendo conduzidas pelo delegado Vladimir Medeiros, titular da DP de Canela, com apoio da DP de Gramado. Segundo ele, o corpo da vítima teria sido carbonizado pelos dois irmãos. Supostos fragmentos de ossos humanos foram recolhidos em um forno de secagem de fumo em outra propriedade da família dos suspeitos, localizada justamente em São José da Grota, em Vila Oliva, em Caxias do Sul.

O delegado aguarda agora os laudos periciais para confirmar que se tratam dos restos do comerciante. “As partes maiores da vítima foram jogadas na área onde realizamos as diligências, mas nada encontramos”, explicou, acrescentando que a área possui densa vegetação. Algemado, o suspeito preso foi levado junto para indicar o local.

O titular da DP de Canela analisa se o crime será tipificado como homicídio ou latrocínio, pois além do veículo teria sido levado entre R$ 500 e R$ 700 em dinheiro da vítima. A versão do preso suspeito, porém, é de que o comerciante foi morto após discussão.

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Fonte: Correio do Povo






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