Porto Alegre, sábado, 20 de Dezembro de 2014

  • 05/05/2014
  • 20:15
  • Atualização: 20:23

Polícia deve ouvir oito testemunhas sobre morte de jornalista em Canoas

Delegado busca definir com precisão horário do crime para buscar imagens de câmeras de segurança

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  • Lucas Rivas/Rádio Guaíba

Oito testemunhas da morte do jornalista Fabiano Cardoso, de 44 anos, serão ouvidas ao longo desta semana pela Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos da Polícia Civil. Cardoso foi vítima de um latrocínio na noite de 1° de maio, em Canoas, na Região Metropolitana.

O delegado Marco Arruda espera colher todo os depoimentos até sexta-feira. Conforme ele, testemunhas já trouxeram informações de forma informal à polícia. Além disso, uma equipe foi montada pelo Departamento para trabalhar exclusivamente no caso. Arruda ainda tenta aprofundar informações sobre o horário preciso do crime e a rota de fuga utilizada pelos criminosos para que a investigação possa buscar imagens de câmeras de segurança da região.

Além disso, o delegado explica que o exame das impressões digitais deixadas no carro é fundamental para esclarecer o crime. O local em que os dados foram coletados permanecia conservado, o que pode resultar em um laudo satisfatório. Como Cardoso foi socorrido digitais de pessoas que prestaram auxilio ao jornalista podem aparecer no resultado, entretanto.

A investigação suspeita que ele tenha sido abordado por dois homens a pé. Moradores encontraram a vítima baleada no interior de um Ford Focus, na rua Santos Ferreira, próximo ao Hospital Nossa Senhora das Graças. Durante o assalto, Cardoso tentou arrancar com o carro, mas foi baleado no peito.

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