Porto Alegre, domingo, 26 de Outubro de 2014

  • 10/05/2014
  • 16:50
  • Atualização: 17:03

Domingo será de sol, manhã fria e tarde amena

Tarde será mais agradável por conta do aparecimento do sol e o ar seco

Tarde será mais agradável por conta do aparecimento do sol e o ar seco | Foto: Sirlei Pastore / Especial / CP

Tarde será mais agradável por conta do aparecimento do sol e o ar seco | Foto: Sirlei Pastore / Especial / CP

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  • Correio do Povo

Neste domingo de Dia das Mães, o sol aparece em todo o Rio Grande do Sul, apesar da presença de nuvens esparsas em algumas áreas. Persiste a formação de bancos de nevoeiro durante a madrugada e o amanhecer e a restrição de visibilidade em alguns locais pode ser significativa. O dia começa frio na maior parte do Estado e as menores temperaturas são esperadas em baixadas da Serra e nos Aparados, onde o amanhecer pode ter até geada fraca e isolada. A tarde será mais agrável por conta do apareciento do sol e o ar seco

Super El Niño

Um Super El Niño está previsto para este domingo, mera especulação de alguns cientistas, mas seria uma má notícia se viesse a se confirmar. Nos últimos dois Super El Niño (1982/1983 e 1997/1998) o Sul do Brasil teve graves enchentes e danos.



Alguns modelos climáticos seguem projetando um Super El Niño para o segundo semestre | Imagem: NOAA/CP

A controversa força do provável El Niño

As anomalias de temperatura da superfície do mar nos últimos dias do Oceano Pacífico Equatorial estavam no limiar de alcançar o patamar mínimo para a configuração de El Niño e não será surpresa se os dados desta semana confirmarem condições oceânicas já condizentes com o fenômeno, ou seja anomalia (TSM) de 0,5ºC ou superior. A chance de El Niño nos próximos meses é altíssima, mas não uma certeza.

Em 2012, os sinais eram de um evento de El Niño e ele não se confirmou. Os indicativos para 2014/2015 são de um El Niño moderado a forte, mas são crescentes os temores na comunidade meteorológica de um episódio intenso (Super El Niño).

Alguns cientistas já defendem que os alertas teriam que ser mais duros. Caso de Axel Timmermann da Universidade do Havaí, para quem as previsões de El Niño têm sido conservadoras. “Estou a escutar que não é para criar pânico”, disse. Aqui no Rio Grande do Sul, a maior ameaça do El Niño é excesso de chuva com cheias de rios, deslizamentos e enchentes.

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