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11/05/2014 08:33 - Atualizado em 11/05/2014 08:40

Além do amor incondicional, mães enfrentam desafios na tarefa de educar

Após dois anos de espera, Lisiane assume figura materna através da adoção

Além do amor incondicional, mães enfrentam desafios na tarefa de educar<br /><b>Crédito: </b> Mauro Schaeffer
Além do amor incondicional, mães enfrentam desafios na tarefa de educar
Crédito: Mauro Schaeffer
Além do amor incondicional, mães enfrentam desafios na tarefa de educar
Crédito: Mauro Schaeffer

"A força da maternidade é maior que as leis da natureza", garantiu a escritora Barbara Kingsolver. E quem arrisca duvidar? Ser mãe é exercitar, a cada segundo, os sentimentos que dignificam a espécie humana: a ternura e o amor incondicional. E, nos dias de hoje, ser mãe significa ter que aliar múltiplas tarefas: conciliar o trabalho, o êxito na vida profissional, a sua vida como mulher, a gestão do lar e ainda dedicar toda a atenção para a educação e a formação de cidadãos de bem.

Um desejo, um destino: Lisiane adota Cristopher


Cristopher nasceu com esse nome, mas sem família e sem lar. Mas foi justamente esse infortúnio que colocou o menino diante de Lisiane Fioravanti, uma mulher que sempre quis ser mãe. A decisão dela em adotar uma criança, não importasse gênero ou cor, foi tomada em outubro de 2010, quando entendeu que já teria condições financeiras para conseguir oferecer uma casa, saúde e educação para um filho.

Depois de manifestar à Justiça a vontade de receber a guarda de uma criança, a moradora do bairro Partenon, Porto Alegre, entrou na fila de adoção em março de 2011. Mas foi somente em meados de 2013 que Lisiane foi apresentada a Cristopher, hoje com 3 anos. "Eu olhei a foto dele, com aquela carinha, com aquela timidez, e não tive dúvida de que ele seria meu", conta.

Desde 1º de outubro do ano passado, Cristopher e Lisiane experimentam, definitivamente, o "status" de mãe e filho, dividindo a mesma casa. "Eu tenho a impressão de que ele sempre esteve comigo. Ele é uma criança muito tranquila, muito obediente", comenta.

A mãe conta que a adaptação foi praticamente imediata e, a cada dia, os dois afinam a cumplicidade e o elo criado pelo destino. "A gente nasceu um para o outro. Ser mãe é algo muito lindo. Estou adorando, porque até então eu sempre tinha sido mãe apenas dos filhos dos meus amigos", comenta Lisiane, ao se lembrar de Adriana, a quem viu crescer. "Ela foi adotada por amor. Hoje ela já tem 35 anos, é uma grande amiga e madrinha do meu filho", complementa. "Estou extremamente feliz com esse desfecho."

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Fonte: Cintia Marchi / Correio do Povo






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