Porto Alegre, quarta-feira, 22 de Outubro de 2014

  • 12/05/2014
  • 21:32
  • Atualização: 08:29

Suspeito da morte de Bernardo só vai depor com detector de mentiras

Advogado de irmão de assistente social disse confiar na inocência do cliente

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  • Fernanda Pugliero / Correio do Povo

Preso no sábado suspeito de participar da morte do menino Bernardo Boldrini, Evandro Wirganovicz só vai depor com o uso de um detector de mentiras. A informação foi divulgada pelo advogado do motorista, Demetryus Grapiglia. O defensor diz acreditar na inocência do cliente e que a utilização do equipamento servirá como prova para pedir sua soltura.

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“Tenho certeza da inocência do meu cliente. O detector de mentiras nos ajudará a produzir uma prova técnica”, comentou o advogado, durante entrevista coletiva em Frederico Westphalen, no Norte do Rio Grande do Sul. O homem foi preso temporariamente por suposta participação na ocultação de cadáver do menino.

O defensor contou também que pretende fazer uma reconstituição do momento em que o corpo de Bernardo foi enterrado. Para isso, ele levará uma voluntária ao local e mostrar que duas mulheres poderiam cavar o buraco, sem necessidade de ajuda de um homem.

Evandro é irmão da ssistente social Edelvânia Wirganovicz, que confessou o crime ao lado da madrasta, Graciele Ugulini. As duas estão presas, além do pai do menino, Leandro Boldrini. Da prisão, Edelvânia escreveu uma carta nesta segunda-feira inocentando o irmão Evandro. No documento, ela diz que o motorista “não teve nada a ver” com o crime.


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