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20/05/2014 18:09 - Atualizado em 20/05/2014 18:12

Governador garante protetor solar a pequenos agricultores a partir de junho

Tarso Genro conversou com representantes da Federação dos Trabalhadores da Agricultura nesta terça-feira

Do alto de um carro de som, em frente ao Palácio Piratini, Tarso Genro, anunciou a oferta gratuita<br /><b>Crédito: </b> Samuel Maciel
Do alto de um carro de som, em frente ao Palácio Piratini, Tarso Genro, anunciou a oferta gratuita
Crédito: Samuel Maciel
Do alto de um carro de som, em frente ao Palácio Piratini, Tarso Genro, anunciou a oferta gratuita
Crédito: Samuel Maciel

Em meio à mobilização do 20º Grito da Terra, organizada pela Federação dos Trabalhadores da Agricultura (Fetag) no Rio Grande do Sul, o governador Tarso Genro confirmou que vai atender a uma reivindicação exigida há quase dez anos pela categoria. Do alto de um carro de som, em frente ao Palácio Piratini, Tarso Genro, anunciou a oferta gratuita de protetores solares. “Houve um atraso para colocarmos em prática esse benefício, por questões burocráticas inerentes ao Estado. Essa é uma medida de saúde pública. Por isso, a importância da determinação”, salientou Tarso.

De acordo com líderes da Fetag, as negociações em torno do pleito começaram oito anos atrás. O convênio para garantir os protetores solares vai ser assinado em 2 de junho e as entregas nos postos de saúde devem se iniciar no dia 10. O governo já comprou 300 mil frascos, que serão destinados a 129 municípios gaúchos, onde a ascendência é polonesa, italiana e alemã – público que sofre mais com a incidência de câncer de pele. Entre as principais cidades beneficiadas, aparecem Santa Cruz, Venâncio Ares e Vera Cruz. Cada agricultor pode retirar três frascos por ano.

Durante discurso, Tarso disse aos agricultores jamais ter cogitado a hipótese de acionar a Brigada Militar para intervir na manifestação, já que reconhece a legitimidade das exigências do primeiro setor. A pauta de reivindicações soma mais de 40 pontos que vão ser tratados pelo secretariado do Piratini. Entre os itens, a polêmica que envolve a demarcação de terras, sobretudo no Norte gaúcho. “Nosso papel é de interagir com o governo federal para pedir intervenções do Ministério da Justiça no processo. Algumas situações fogem das decisões judiciais e do governo gaúcho”, adiantou Tarso.

Mais cedo, cerca de mil agricultores rurais fizeram marcha entre a sede da superintendência regional do Ministério do Desenvolvimento Agrário e o Palácio Piratini. Os manifestantes se dividiram, após as 10h, para reivindicar em locais distintos da cidade. Um grupo foi para a Caixa Econômica Federal pressionar para que sejam liberados recursos para a habitação rural; outro seguiu para a Secretaria do Desenvolvimento Rural a fim de tratar da questão indígena. Um terceiro grupo se concentrou no Ministério do Trabalho e Emprego, um outro na Secretaria Estadual de Saúde e um quinto grupo na Secretaria Estadual da Educação.

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Fonte: Voltaire Porto / Rádio Guaíba






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