Porto Alegre, quinta-feira, 30 de Outubro de 2014

  • 20/05/2014
  • 23:25
  • Atualização: 23:28

Ex-marido da presidente ficou sob proteção máxima da PF

Apenado informou possível plano para sequestrar o advogado em Porto Alegre

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  • Correio do Povo

O advogado Carlos Araújo, ex-marido da presidente Dilma Rousseff, ficou sob segurança máxima da Polícia Federal (PF) durante sete dias, por risco de sequestro. A denúncia partiu de um iraniano que cumpre pena por tráfico de drogas em Mossoró (RN). Ele pede, há cerca de dois anos, indulto ao governo brasileiro e, como “gesto de boa vontade”, passa informações de dentro do presídio para tentar obter algum benefício. O último aviso apontou que uma organização criminosa planejava sequestrar Araújo.

Mesmo sem provas, a informação repassada ao Ministério da Justiça deixou Dilma preocupada. No dia 2 de maio, sexta-feira, o advogado comprava flores perto de sua casa, na zona Sul de Porto Alegre, no meio da tarde, quando a presidente telefonou e pediu que fosse imediatamente para casa. Araújo foi informado por um grupo de agentes e pelo superintendente da PF no Rio Grande do Sul, Sandro Caron, que havia risco de ser sequestrado e que passaria a ficar 24 horas sob vigilância. Segundo a PF, feitas as investigações, concluiu-se que não havia plano em andamento.


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