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21/05/2014 17:05 - Atualizado em 21/05/2014 17:09

Deputado envolvido em confusão com Xuxa deixa comissão

Apresentadora foi criticada pelo parlamentar enquanto acompanhava votação do projeto Lei da Palmada

Apresentadora foi hostilizada pelo parlamentar enquanto acompanhava votação do projeto Lei da Palmada<br /><b>Crédito: </b> Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados / CP
Apresentadora foi hostilizada pelo parlamentar enquanto acompanhava votação do projeto Lei da Palmada
Crédito: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados / CP
Apresentadora foi hostilizada pelo parlamentar enquanto acompanhava votação do projeto Lei da Palmada
Crédito: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados / CP

O deputado Pastor Eurico (PSB-PE) foi substituído pelo colega Júlio Delgado (PSB-MG), na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara (CCJ) em função da postura adotada pelo pernambucano em relação à apresentadora Xuxa Meneghel, que foi à reunião da comissão na tarde desta quarta-feira para acompanhar à votação do projeto conhecido como a Lei da Palmada.

O líder do PSB, deputado Beto Albuquerque (RS), avaliou que Eurico se pronunciou de forma “intolerante, desrespeitosa e desnecessariamente agressiva em relação à Sra. Xuxa Meneghel, presente à reunião na condição de convidada”. Durante a discussão na CCJ, o deputado disse que “a conhecida rainha dos baixinhos, em 1982, provocou a maior violência contra as crianças em um filme pornô”.

Em nota à imprensa, Beto Albuquerque afirma que a conduta do deputado Pastor Eurico não representa o pensamento do conjunto do PSB. “Manifestamos nosso apreço e respeito pelo empenho da referida artista, que deseja aprovar a lei que propõe a cultura da não agressão”, disse, acrescentando que a história profissional da apresentadora “muito contribui para a instituição das políticas públicas em defesa das crianças e dos adolescentes”.

Os trabalhos foram suspensos em função dos tumultos e das discussões em torno da proposta, que altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e proíbe a aplicação de castigos físicos a crianças e adolescentes. A CCJ volta a se reunir às 18 horas, para continuar as discussões em torno da votação da lei.

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Fonte: Agência Brasil






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