Porto Alegre, sexta-feira, 31 de Outubro de 2014

  • 21/05/2014
  • 17:47
  • Atualização: 17:49

Susepe vai investigar falha que permitiu a detento matar sargento em Porto Alegre

Preso pelo assassinato do policial estava com equipamento desligado

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  • Samuel Vettori / Rádio Guaíba

A Superintendência dos Serviços Penitenciários (Susepe) garante que a Corregedoria do órgão vai apurar o caso do servidor que deixou de comunicar imediatamente a Brigada Militar (BM) sobre o desligamento da tornozeleira eletrônica usada pelo detento que matou um sargento na zona Sul da Capital. O crime ocorreu na noite de segunda-feira. A bateria do equipamento se descarregou e, apesar disso, a polícia não foi acionada de forma rápida, conforme a determinação da Susepe.

A Susepe admite que a BM foi acionada, mas de forma tardia. O protocolo recomenda comunicação imediata. Um sinal eletrônico informou o preso sobre a falta de carga. O órgão assegurou que, por telefone, ele também foi avisado, mas não carregou o aparelho. Quando o modelo se desliga, o apenado passa a ser considerado foragido. A Susepe garante que não houve falhas no equipamento.

O sargento da Brigada Militar Mário Francisco de Maria Rocha, de 52 anos, foi morto ao tentar impedir, à paisana, um assalto a uma farmácia na avenida Juca Batista, em frente à Sociedade Hípica, na zona Sul de Porto Alegre. Ele foi atingido com um tiro na cabeça. Após a tentativa de assalto, o detendo foi baleado e preso.

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TAGS » Susepe, Polícia