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22/05/2014 15:40 - Atualizado em 22/05/2014 16:13

Com 100 dias de gestão, presidente da AL garante início de reformas da Casa

Projeto vai custar R$ 2,3 milhões enquanto futura reforma deve chegar a R$ 60 milhões

O presidente da Assembleia Legislativa gaúcha, Gilmar Sossela (PDT), confirmou nesta quinta-feira a contratação da empresa que vai assumir o Plano Diretor e o Projeto Arquitetônico de reforma do Palácio Farrroupilha. O custo deve ser de pouco mais de R$ 2,3 milhões para execução dos projetos de reforma da sede do legislativo gaúcho, que devem ser entregues em até um ano.

O anúncio foi feito por Sossella após a cerimônia de avaliação dos primeiros 100 dias de gestão no comando do legislativo gaúcho. Questionado sobre o impacto financeiro da reforma, que pode custar cerca de R$ 60 milhões, Sossella afirmou que a Assembleia Legislativa dispõe hoje de caixa suficiente para a obra. Dados divulgados no evento revelaram que as despesas da Assembleia caíram 45% nos últimos dez anos quando avaliada a participação na receita líquida total do Estado.

Outro projeto que vai aumentar as despesas da Casa e que deve ser protocolado ainda este ano por Gilmar Sossella se refere a um novo Plano de Cargos e Salários dos servidores. Segundo o pedetista, mais de 35% dos últimos concursados já deixaram a Assembleia em busca de maiores salários.

Como não existe um parecer definitivo sobre a legalidade de aprovar um novo Plano de Cargos e Salários a cinco meses das eleições, Sossella projeta enviar o texto, mas deixar que ele seja apreciado somente no ano que vem.

Outra medida destacada pelo presidente da Casa como conquista nos primeiros 100 dias foi a implementação total do ponto biométrico, que havia sido iniciada na gestão anterior – do deputado Pedro Westphalen (PP). Antes dele, na atual legislatura, ainda estiveram à frente do Parlamento os deputados Alexandre Postal (PMDB) e Adão Villaverde (PT).

Entre os temas que Sossella promete tratar até o fim da gestão estão os debates sobre a ampliação da energia eólica e com carvão mineral. Para isso, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, deve vir ao Estado assim que “baixar a poeira” sobre as denúncias de irregularidades na Petrobras. Além disso, Sossella espera contar com debates incluindo todos os presidenciáveis para que os deputados possam contar com o comprometimento do futuro presidente da República sobre as principais questões de interesse do Estado.

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Fonte: Gabriel Jacobsen / Rádio Guaíba






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