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23/05/2014 15:22 - Atualizado em 23/05/2014 17:52

Polícia prende pivô de escândalo dos selos na Assembleia do RS

Ubirajara Macalão foi condenado a mais de oito anos de prisão por desvios

Ubirajara Macalão foi condenado a mais de oito anos de prisão por desvios<br /><b>Crédito: </b> Alexandre Mendez/CP Memória
Ubirajara Macalão foi condenado a mais de oito anos de prisão por desvios
Crédito: Alexandre Mendez/CP Memória
Ubirajara Macalão foi condenado a mais de oito anos de prisão por desvios
Crédito: Alexandre Mendez/CP Memória

Operação da Polícia Civil prendeu, nesta sexta-feira, o foragido da justiça e ex-servidor da Assembleia Legislativa Ubirajara Macalão. Ele foi acusado de comandar esquema de corrupção com os selos postais da Casa e condenado em 2007. Outros sete foragidos por outros crimes foram detidos na ação policial coordenada pelo delegado Arthur Teixeira Raldi do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic).

Macalão foi sentenciado a mais de oito anos de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro. A sentença foi dada pela 2ª Vara Criminal do Foro Central de Porto Alegre. Por corrupção passiva, Macalão foi condenado a uma pena de quatro anos, quatro meses e dez dias de reclusão, e pelo crime de lavagem de dinheiro, a mais quatro anos de reclusão.

Conforme a denúncia do Ministério Público, quando era diretor de serviços administrativos da Assembleia, Macalão pediu e recebeu vantagens indevidas na execução do contrato de prestação de serviços existente entre a Assembleia e a Silvestre Administração. Entre os meses de março de 2005 e junho de 2007, ele recebeu R$ 75 mil. De acordo com a investigação da Promotoria de Justiça Especializada Criminal, ele recebia R$ 2,5 mil por mês, uma vez que era o responsável pela fiscalização do cumprimento do contrato.

O Ministério Público apurou, ainda, que para dissimular a origem e a destinação do dinheiro ilícito, o empresário fazia o pagamento para Macalão em cheques emitidos para a própria empresa, endossados no verso e levados para serem sacados na agência bancária onde a Silvestre tinha conta-corrente, possibilitando, assim, ter acesso ao dinheiro sem a identificação do sacador.

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Fonte: Correio do Povo






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