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02/06/2014 09:41 - Atualizado em 02/06/2014 10:15

Cai previsão de crescimento da economia brasileira para 2014

Estimativa do PIB recuou para 1,50%, indica Banco Central

A previsão de crescimento da economia brasileira em 2014 recuou de 1,63% para 1,50% na pesquisa Focus do Banco Central, divulgada nesta segunda-feira. Há quatro semanas a expectativa era de 1,63%. Para 2015, a estimativa de expansão recuou de 1,96% para 1,85%.

A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014 também apresentou queda em relação a semana anterior, passou de 1,40% para 1,24%. Para 2015, economistas mantiveram a previsão da semana anterior, de 2,20% de expansão. Um mês antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 1,21% para 2014 e de 2,65% em 2015 para o setor.

Os analistas elevaram de 34,80% para 34,85% a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. Há quatro semanas estava em 34,80%. Para 2015, subiram de 35,05% para 35,10%. Um mês antes a previsão era de 35,00%.

A projeção para o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) em 2014 caiu de 6,83% para 6,73%. O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), que corrige a maioria dos contratos de aluguel, recuou de 6,97% para 6,59%. Quatro semanas atrás, o mercado previa para 2014 altas de 7,39% para o IGP-DI e de 7,32% para o IGP-M. Para 2015, a projeção para o IGP-DI segue em 5,50% há 27 semanas. Para o IGP-M, continua em 5,50% há 20 semanas.

A pesquisa também mostrou que a previsão para o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 2014 ficou estável em 6,10%. Há um mês, a expectativa dos analistas era de alta de 6,06% para o índice que mede a inflação ao consumidor em São Paulo. Para 2015, a projeção segue em 5%. Um mês antes a expectativa era de 5%.

Os economistas também mantiveram estável, em 5%, a previsão para os preços administrados (as tarifas públicas) para 2014. Para 2015, a projeção subiu de 6,50% para 6,60%. Há quatro semanas, as projeções eram de, respectivamente, 5% e 6,50%.

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Fonte: AE






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