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04/06/2014 21:59 - Atualizado em 04/06/2014 22:28

Separação da Brigada Militar agrada Bombeiros

Aprovada pela Assembleia Legislativa, desmembramento deve ocorrer até julho de 2016

Separação da Brigada Militar agrada Bombeiros <br /><b>Crédito: </b> Joao Vilnei / Especial CP
Separação da Brigada Militar agrada Bombeiros
Crédito: Joao Vilnei / Especial CP
Separação da Brigada Militar agrada Bombeiros
Crédito: Joao Vilnei / Especial CP

A proposta de separação do Corpo de Bombeiros da Brigada Militar, aprovada em primeiro turno na Assembleia Legislativa na terça-feira, repercutiu positivamente na corporação. O desmembramento se dará ao longo de dois anos até 2 de julho de 2016, e neste período o comando da instituição desenvolverá uma série de ações para efetivar o processo de emancipação. “Este prazo será importante porque temos uma grande estrutura organizacional, bem como de patrimônio que não é possível transferir de uma hora para outra”, diz o comandante dos Bombeiros, coronel Eviltom Pereira Diaz. Atualmente, a corporação conta com 2,6 mil homens.

Se a proposta passar no segundo turno, no dia 2 de julho, o governador Tarso Genro nomeará o comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militares e uma equipe de transição. “Este grupo terá até 120 dias para apresentar o detalhamento de como será a separação”, revela. “Não temos os mesmos objetivos da Polícia ostensiva e, ao contarmos com estrutura própria, poderemos nos focar no trabalho de prevenção, combate a incêndio, ações de defesa civil e busca e salvamento.”

O coordenador do núcleo de oficiais bombeiros da Associação dos Oficiais da BM (AsofBM), major Rodrigo Dutra, lembra que haverá um interstício de três sessões para a votação em 2º turno, mas, salienta, não deverá ocorrer problemas para a aprovação pelos deputados. “No primeiro turno, foi unânime a aprovação da PEC.”

O major afirma existir um clima de satisfação e de esperança entre o efetivo. Tanto que na terça, quando foi aprovada a proposta, os presentes começaram a cantar o hino do RS, sendo seguidos por deputados. “Demonstramos ter esperança em nós mesmos”, salienta. “Nunca estivemos tão unidos e, com certeza, estamos escrevendo mais uma página na história.”

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Fonte: Cíntia Marchi / Correio do Povo






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