Porto Alegre, quinta-feira, 18 de Dezembro de 2014

  • 06/06/2014
  • 20:08
  • Atualização: 20:09

Teste do novo trem muda operação noturna do Trensurb em duas estações do Vale do Sinos

Medida entra em vigor na segunda-feira e se mantém até janeiro

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A partir de segunda-feira, nos dias úteis, das 21h até o fim da operação do metrô, um só trem vai circular de forma pendular entre as estações Santo Afonso e Novo Hamburgo, utilizando a mesma via para ir e voltar. O motivo é o início da realização de testes, no trecho, da primeira das 15 novas composições em processo de aquisição pela Trensurb, que deve operar a partir de outubro.

A partir das 21h, os usuários que desejarem seguir em direção ao Norte após a Estação Santo Afonso terão de fazer a transferência para outro trem no local, a fim de prosseguir até as estações Industrial, Fenac ou Novo Hamburgo.

No sentido contrário, o usuário embarca em uma dessas três estações, vai até Santo Afonso e, se quiser seguir viagem para desembarcar em outra estação, deve fazer a transferência para outro trem. As viagens de cada uma das extremidades do pêndulo – estações Santo Afonso e Novo Hamburgo – partem a cada 15 minutos.

Aos sábados, testes também ocorrem a partir das 21h e uma das vias fica interrompida por isso. No entanto, como os intervalos nas noites de sábado já são de pelo menos 15 minutos, a operação pendular e a transferência entre trens não serão necessárias.

Testes semelhantes devem ser realizados regularmente pelo menos até janeiro de 2015, quando está prevista a chegada do 15º novo trem. As novas composições fornecidas pelo consórcio FrotaPoa, de quatro carros cada uma, terão gasto energético cerca de 30% inferior às atuais, sistema de ar condicionado automatizado, sistema de comunicação multimídia, iluminação interna com LED, sistemas de autodiagnóstico e monitoramento de falhas e possibilidade de acoplamento – tornando possível a operação de dois trens acoplados nos horários de pico, totalizando oito carros e dobrando a capacidade de transporte de cada viagem.

O investimento nas composições chega a R$ 220,5 milhões.

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