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07/06/2014 15:51 - Atualizado em 07/06/2014 15:52

Dilma quer Vale do Silício brasileiro no RS

Presidente inaugurou empresa de semicondutores em São Leopoldo

Dilma quer Vale do Silício brasileiro no RS<br /><b>Crédito: </b> André Ávila
Dilma quer Vale do Silício brasileiro no RS
Crédito: André Ávila
Dilma quer Vale do Silício brasileiro no RS
Crédito: André Ávila

A presidente Dilma Rousseff disse que a parceria entre emprendedores privados e universidades, com apoio do governo, pode tornar o Sul do Brasil um centro de tecnologia, durante cerimônia de inauguração da HT Micron, apresentada como maior fábrica de componentes semicondutores da América Latina, neste sábado, em São Leopoldo, na região metropolitana de Porto Alegre (RS). "Escutei aqui alguém falar em Vale do Sulício", comentou, referindo-se à comparação com o Vale do Silício, na Califórnia. "É um infame trocadilho, mas serve para não esquecermos que aqui podemos estar estruturando um Vale do Silício", complementou.

A HT Micron é resultado de uma joint venture entre o grupo brasileiro Parit e o sul-coreano Hana Micron. A fábrica de encapsulamento e teste de semicondutores tem 10 mil metros quadrados de área construída e 7,5 mil metros quadrados de salas limpas, uma estrutura sem similar no País, e começa com 360 empregados. O investimento no projeto, até 2019, é de R$ 200 milhões. A capacidade é de encapsular 360 milhões de chips por ano. Antes da construção do prédio, a empresa funcionava em área cedida pela Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), com quem tem convênios de formação profissional e desenvolvimento tecnológico. A empreendimento foi incentivado pelo Programa de Apoio e Desenvolvimento da Indústria de Semicondutores (Padis) e recebeu financiamentos do BNDES.

"Vamos continuar apoiando a cooperação entre instituições de pesquisa e privadas', prometeu Dilma, que citou como outros polos tecnológicos do Sul as cidades de Porto Alegre, Santa Maria, Florianópolis e São José dos Pinhais. "Um compromisso que consideramos fundamental para o futuro do País é garantir as melhores condições para o investimento produtivo privado, garantindo e assegurando a competitividade da nossa indústria", reiterou Dilma.

"Assim continuaremos na trilha da criação de empregos cada vez mais qualificados e aumentando a nossa capacidade de gerar renda para as famílias brasileiras" Em um trecho do discurso dirigido aos mil convidados, Dilma reiterou que o papel estratégico do governo é incentivar os empreendedores inovadores e não recuar nas conquistas sociais. "Não se volta atrás no fantástico processo de desconcentração de renda ocorrido no nosso País nos últimos 11 anos, que já levou para as classes médias 42 milhões de pessoas e retirou 36 milhões da miséria", afirmou.


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Fonte: AE






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