Porto Alegre, quinta-feira, 27 de Novembro de 2014

  • 30/06/2014
  • 23:14
  • Atualização: 23:15

Aviação de Israel bombardeia Faixa de Gaza

Caças F-16 israelenses atingiram posições do Hamas e da Jihad Islâmica

bombardeio ocorre horas após as autoridades encontrarem os corpos dos três jovens israelenses sequestrados no último dia 12, na Cisjordânia | Foto: Hazem Bader / AFP / CP

bombardeio ocorre horas após as autoridades encontrarem os corpos dos três jovens israelenses sequestrados no último dia 12, na Cisjordânia | Foto: Hazem Bader / AFP / CP

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  • AFP

A aviação de Israel bombardeou na madrugada desta terça-feira mais de 30 objetivos na Faixa de Gaza, principalmente campos de treinamento de grupos armados palestinos, observou a AFP.

Os caças F-16 israelenses atingiram posições do Hamas e da Jihad Islâmica em Khan Yunis e Rafah, no sul da Faixa de Gaza, mas ao que parece não há vítimas.

Pouco antes, um foguete disparado da Faixa de Gaza caiu no sul de Israel, sem causar danos, informou o Exército.

O bombardeio ocorre horas após as autoridades encontrarem os corpos dos três jovens israelenses sequestrados no último dia 12, na Cisjordânia.

As vítimas, Eyal Yifrach, 19, Naftali Frenkel, 16, e Gilad Shaer, 16, eram alunos de escolas religiosas judaicas. Eles foram
encontrados nos arredores da localidade de Halhoul, perto da estrada onde foram vistos pela última vez.

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, disse que os três jovens foram "assassinados a sangue frio" e prometeu fazer o movimento islâmico Hamas pagar pelo crime.

"Foram sequestrados e assassinados a sangue frio por animais em forma de seres humanos", declarou Netanyahu. "O Hamas é responsável, e o Hamas pagará."

O movimento islâmico, que negou envolvimento no sequestro, embora não o tenha condenado, prometeu a Israel "as portas do inferno" em caso de ofensiva militar.

"Se os ocupantes se lançarem em uma escalada ou guerra, abrirão para si mesmos as portas do inferno", declarou o porta-voz do Hamas em Gaza Sami Abu Zuhri, que colocou em dúvida a "versão israelense" do sequestro.

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