Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Novembro de 2014

  • 03/07/2014
  • 19:28
  • Atualização: 19:35

Hospital da Restinga só deve atender com 100% da capacidade em 2015

Por enquanto local atende com 25 leitos de observação e 62 de internação

Local atende com 25 leitos de observação e 62 de internação | Foto: Ricardo Giusti

Local atende com 25 leitos de observação e 62 de internação | Foto: Ricardo Giusti

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  • Samantha Klein/Rádio Guaíba

A presidente Dilma Rousseff inaugura oficialmente o Hospital Restinga e Extremo Sul nesta sexta-feira, na Capital. O cronograma de ampliação do atendimento, porém, só termina em maio de 2015. Atualmente, a instituição está funcionando como uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA), com 25 leitos de observação e 62 de internação. Desde a noite de segunda-feira, quando abriu ao público, o complexo atendeu mais de 760 pacientes.

A meta é ampliar o número de leitos ainda em 2014, mas a disponibilização de atendimentos especializados e a realização de exames complexos segue sem data para começar. No local, é possível observar a realização de obras no prédio anexo à emergência, assim como a circulação de máquinas e operários.

O cronograma está em estudo devido à complexidade para a realização de atendimentos especializados, conforme o superintendente do grupo Moinhos de Vento, responsável pelo gerenciamento do hospital, Fernando Andreatta Torelly. “O hospital é uma estrutura muito complexa, não podemos abrir com operação plena. Estamos finalizando a formação de mais equipes. Mas é importante dizer que não houve atraso, mas é por causa da responsabilidade e da segurança com os pacientes. Por exemplo, atendemos casos graves de crianças já no primeiro dia”, sustenta.

A unidade de saúde deve instalar centro cirúrgico, obstétrico, além da abertura de uma ala para realização de exames como raio-x, tomografia computadorizada e eletrocardiograma. Atendimentos especializados serão disponibilizados em áreas como cardiologia, oftalmologia e ortopedia.

A construção do Hospital da Restinga foi possível devido à isenção fiscal ao Moinhos de Vento através do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS). O custeio anual da instituição está estimado em R$ 55 milhões com a participação da União, Estado e prefeitura de Porto Alegre.

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