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Porto Alegre, domingo, 23 de Setembro de 2018

  • 01/03/2018
  • 09:28
  • Atualização: 10:12

Audiência debaterá proposta do novo Plano Diretor de Venâncio Aires

Projeto contempla uma zona de expansão para futuros condomínios e loteamentos

Audiência debaterá proposta do novo Plano Diretor de Venâncio Aires | Foto: Câmara de Venâncio Aires / Divulgação / CP

Audiência debaterá proposta do novo Plano Diretor de Venâncio Aires | Foto: Câmara de Venâncio Aires / Divulgação / CP

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  • Otto Tesche

Uma audiência pública na Câmara de Vereadores de Venâncio Aires nesta quinta-feira, às 19h, debaterá a proposta do novo plano diretor. O projeto contempla uma zona de expansão para futuros condomínios e loteamentos, acréscimo de zona residencial para a construção de prédios e edifícios, novas áreas comerciais e industriais, além de perímetros distritais para centros urbanos consolidados. A revisão foi feita por uma equipe da Secretaria de Planejamento, liderada pela secretária Jalila Stahl Böhm Heinemann.

Após a aprovação da proposta pela Câmara, a prefeitura terá 90 dias para sancionar o documento. O plano original é de 1982. As revisões precisam ser feitas pelo menos a cada dez anos, conforme determina o estatuto municipal. A zona de expansão está prevista para as regiões que ficam na rua José Arnoldo Kist, rua Dr. Armando Ruschel até o Ginásio de Linha Hansel, às margens da RSC 287 no sentido Venâncio Aires-Santa Cruz do Sul, e no extremo leste do perímetro urbano, na faixa entre a avenida das Indústrias e o arroio Castelhano, uma área lindeira aos bairros Battisti e Coronel Brito.

As áreas também podem abrigar condomínios fechados, item que passará a ser permitido conforme uma legislação específica. Alguns pedidos originados nas audiências públicas de 29 de setembro e 13 de outubro não foram incluídos, sob justificativa de terem sido resultado de especulação imobiliária, como a redução nas dimensões de ruas e calçadas para favorecer o tamanho dos lotes e destinação de zonas específicas para empreendimentos habitacionais voltados a pessoas de baixa renda. Liberações para loteamentos sem pavimentação também foram rejeitadas.