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  • 14/03/2018
  • 12:48
  • Atualização: 13:09

Abrigo para crianças e adolescentes de São Borja passará por ampliação

Acordo entre município e empresa privada garantiu a obra na Casa da Acolhida

A finalidade é criar um ambiente familiar para melhor atender aos abrigados | Foto: Darlan dos Santos / Divulgação / CP

A finalidade é criar um ambiente familiar para melhor atender aos abrigados | Foto: Darlan dos Santos / Divulgação / CP

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  • Fred Marcovici

A Casa da Acolhida em São Borja, que recebe bebês, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade familiar e social, passará por obras de reforma e ampliação. Localizada junto à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, as instalações receberão investimento de pelo menos R$ 300 mil.

O trabalho foi possível a partir de acordo celebrado entre a administração e uma empresa privada. Conforme a Lei Municipal 5.315, aprovada pela Câmara, a empresa recebe em definitivo o terreno que utiliza desde 2011, de propriedade do município. Avaliação de junho do 2017 indicava o valor de R$ 396 mil para o imóvel. Como compensação, a empresa assume a execução das obras de ampliação da Casa da Acolhida. A finalidade das adaptações, segundo o secretário Pedro Quoos, é "fazer da casa um lar, um ambiente familiar, seguindo os parâmetros estabelecidos no manual de Orientações Técnicas: Serviços de Acolhimento para Crianças e Adolescentes”.

A empresa terá prazo de seis meses para a realização das obras previstas. O projeto tem a finalidade de criar um ambiente familiar para melhor atender às necessidades das crianças e adolescentes. A fachada será de uma casa comum, sem muros, mesmo com a adequada proteção. Os dormitórios, hoje coletivos, passarão a ter subdivisões, com três camas cada um. Cada frequentador da casa terá armário próprio e espaço privativo para estudos. O perfil dos acolhidos inclui crianças ou adolescentes em situação vulnerável ou que sejam vítimas de violência ou abandono familiar. A permanência na casa pode durar dias, meses ou até anos e a idade máxima de permanência é de 18 anos. Uma equipe multidisciplinar, formada por psicólogos, psiquiatras, assistentes sociais e pedagogos, trabalha no local.  


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