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  • 21/08/2018
  • 08:43
  • Atualização: 09:15

Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha promove assembleia

Encontro ocorre amanhã com o objetivo de denunciar supostas manobras efetuadas no IPREC

Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha promove assembleia | Foto: Manuel Araújo Neto / Divulgação / CP

Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha promove assembleia | Foto: Manuel Araújo Neto / Divulgação / CP

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  • Fernanda Bassôa

A assembleia-geral promovida pelo Sindicato dos Municipários de Cachoeirinha ocorre amanhã com o objetivo de denunciar supostas manobras efetuadas pela presidência do Instituto de Previdência dos Servidores Públicos Municipais (IPREC) como forma de fazer pressão para o afastamento de gestores. O presidente do Simca e integrante do Conselho administrativo do IPREC, Manuel Araújo Neto, cita o parcelamento da dívida de contribuição patronal sem passar ou ser aprovado pelo Conselho do Instituto, além de contratos, segundo ele, feitos de forma maquiada.

“Dois dos gestores têm afastamento sugerido pelo Conselho Fiscal por terem praticado uma série de irregularidades. Gestão temerária e improbidade administrativa são identificadas nas práticas da gestão indicada que está à frente do IPREC e na conduta diante da inadimplência.” Segundo ele, a assembleia também vai discutir a possibilidade da presidência do IPREC ser isenta de indicação política e eleita pela categoria. Nunes diz ainda que o atraso salarial voltou a ocorrer neste mês, em que o adiantamento deveria ter sido pago ontem. “Foi depositado até R$ 1,3 mil e não recebemos o vale-alimentação.”

O secretário de Governança e Gestão do Município de Cachoeirinha, Nilo Moraes, admite que a presidência do IPREC é fruto de indicação política, feita na gestão anterior, mas explica que o Instituto é administrativa e financeiramente desvinculado da prefeitura. “Essa mobilização é jogada política em ano eleitoral. Os membros do Conselho do Instituto são todos do sindicato.” Com relação ao adiantamento não ter sido pago na integralidade, o secretário esclarece que é por conta do R$ 1,5 milhão referente ao Fundo de Participação dos Municípios que foi retido pelo Banco do Brasil em virtude de uma ação na Justiça movida pelo sindicato. “O dinheiro existe; não existe liberação.”