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  • 11/10/2016
  • 22:33
  • Atualização: 23:01

Vendas reagem e sobem até 7% no Dia da Criança

Entidades do setor estão otimistas e projetam volume superior a R$ 62 milhões na comercialização

Entidades do setor estão otimistas e projetam volume superior a R$ 62 milhões na comercialização | Foto: Mauro Schaefer

Entidades do setor estão otimistas e projetam volume superior a R$ 62 milhões na comercialização | Foto: Mauro Schaefer

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  • Correio do Povo

A celebração do Dia da Criança deve incrementar as vendas do mês no Rio Grande do Sul em até 7% na comparação com setembro. A estimativa é da Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do RS (FCDL-RS), que calcula ainda crescimento de 15% nas vendas de artigos de uso pessoal como brinquedos, de 14% em vestuário e calçados, de 11% em móveis, 10% em eletrodomésticos, 7% em publicações e papelaria e 6% em produtos de informática.

Conforme o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch, outubro apresenta tradicionalmente elevação na comercialização do comércio varejista. “Já observamos sinais de reação em alguns segmentos e a expectativa é que o Dia da Criança concretize esse alento para o setor”, afirmou. Já em Porto Alegre, a CDL e o Sindilojas esperam crescimento real de 6,28% nas vendas em relação a igual período de 2015, considerando a inflação. A projeção é de que a data movimente R$ 62,12 milhões neste ano, R$ 3 milhões a mais do que no ano passado.

A dona de casa Lusiani Duarte, 37 anos, levou o filho Bernardo, 4 anos, para escolher o seu presente no Centro da Capital. A ideia era gastar até R$ 300. “Porque vão ser dois presentes juntos, o do Dia da Criança e o de aniversário que vai ser na semana que vem”, explicou.

Pesquisa das entidades revela que o tíquete médio será de R$ 82,93, enquanto no ano passado o valor era de R$ 78,03. “Mesmo em tempos de crise, o sentido emotivo da comemoração prevalece e garantir o melhor presente é o foco dos consumidores”, disse o presidente do Sindilojas Porto Alegre, Paulo Kruse. Para o presidente da CDL Porto Alegre, Alcides Debus, a data vem em um período de retomada do crescimento da economia: “A projeção se aproxima dos patamares de 2014, quando tivemos um ótimo resultado”.

A maioria dos consumidores pretende pagar à vista: 39% deverão usar dinheiro e 21% pagarão à vista no cartão de débito. O pagamento no cartão de crédito será feito por 32% dos entrevistados.