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  • 29/12/2017
  • 11:16
  • Atualização: 11:50

Caixa libera R$ 210,568 milhões em empréstimo para o Rio Grande do Sul

Investimento foi voltado para sistema de água e esgotamento sanitário

Investimento foi voltado para sistema de água e esgotamento sanitário | Foto: Mauren Xavier / Especial / CP Memória

Investimento foi voltado para sistema de água e esgotamento sanitário | Foto: Mauren Xavier / Especial / CP Memória

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  • Agência Brasil

A Caixa Econômica Federal liberou R$ 951,26 milhões em empréstimos a campanhias estaduais de saneamento de quatro estados, com assinatura de 24 contratos. Os recursos, do programa Saneamento para Todos, são destinados aos estados do Espírito Santo, Pernambuco, Goiás e Rio Grande do Sul. A fonte dos recursos são o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Com essas contratações, a Caixa informou que atingirá o montante de R$ 4,084 bilhões em financiamentos ao saneamento ambiental.

Em Pernambuco, são R$ 321,490 milhões para obras e serviços no sistema de abastecimento e água e esgotamento sanitário. No Espírito Santo, a liberação é de R$ 63,564 milhões para obras e serviços de esgotamento sanitário e desenvolvimento institucional. Também foram liberados R$ 210,568 milhões para o Rio Grande do Sul para investimento no sistema de água e esgotamento sanitário. Em Goiás, o total de empréstimos chegou a R$ 341,386 milhões para o abastecimento de água.

Projetos do Saneamento para Todos foram incluídos no programa Agora é Avançar, lançado em novembro desta ano, com o objetivo de finalizar 7.439 obras paralisadas. O investimento previsto é de R$ 130,9 bilhões, e a entrega das obras deve ocorrer até o final de 2018. O programa prevê a conclusão de obras de saneamento, creches, unidades básicas de saúde, recuperação de pistas de aeroportos e duplicação de rodovias, entre outras iniciativas.

Os recursos desse programa são de três fontes: R$ 42,1 bilhões. do Orçamento Geral da União; R$ 29,9 bilhões, da Caixa Econômica Federal, do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e R$ 58,9 bilhões, de empresas estatais do setor de energia, em especial a Petrobras.