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Porto Alegre, segunda-feira, 19 de Novembro de 2018

  • 28/02/2018
  • 09:23
  • Atualização: 10:28

Taxa de desemprego fica em 12,2% no trimestre até janeiro, afirma IBGE

População desocupada é de 12,7 milhões

Em igual período de 2016, índice ficou 12,6%, e em 2017, atingiu 11,8% | Foto: Vinicius Roratto / CP Memória

Em igual período de 2016, índice ficou 12,6%, e em 2017, atingiu 11,8% | Foto: Vinicius Roratto / CP Memória

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  • AE

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 12,2% no trimestre encerrado em janeiro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados na manhã desta quarta-feira, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  A população desocupada de 12,7 milhões ficou estável tanto em relação ao trimestre anterior (12,7 milhões) quanto no confronto com igual trimestre do ano anterior, quando havia 12,9 milhões de desocupados.

Em igual período de 2016, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,6%. No trimestre até dezembro de 2017, o resultado ficou em 11,8%.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.169 no trimestre encerrado em janeiro. O resultado representa alta de 1,6% em relação ao mesmo período do ano anterior. A massa de renda real habitual paga aos ocupados, de acordo com o IBGE, somou R$ 193,8 bilhões no trimestre até janeiro, alta de 3,6% ante igual período do ano anterior.

Carteira assinada

O mercado de trabalho no País perdeu 562 mil vagas com carteira assinada no período de um ano. O total de postos de trabalho formais no setor privado encolheu 1,7% no trimestre encerrado em janeiro ante o mesmo período do ano anterior, segundo o IBGE. Já o emprego sem carteira no setor privado teve aumento de 5,6%, com 581 mil empregados a mais.

O total de empregadores cresceu 4,3% ante o trimestre até janeiro de 2017, com 180 mil pessoas a mais. O trabalho por conta própria cresceu 4,4% no período, com 986 mil pessoas a mais. A condição de trabalhador familiar auxiliar aumentou 3,6%, com 79 mil ocupados a mais. O setor público gerou 317 mil vagas, um avanço de 2,9% na ocupação. Houve aumento de 267 mil indivíduos na condição do trabalhador doméstico, 4,4% de ocupados a mais nessa função