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Porto Alegre, terça-feira, 18 de Setembro de 2018

  • 20/04/2018
  • 12:38
  • Atualização: 12:50

Brasil cria 56.151 mil vagas de emprego em março, aponta Caged

Apesar de positivo, desempenho do mês foi inferior às contratações líquidas registradas em fevereiro

Saldo de emprego formal foi positivo em 56.151 mil vagas em março, mostra Caged | Foto: Marcello Casal Jr / ABr / CP Memória

Saldo de emprego formal foi positivo em 56.151 mil vagas em março, mostra Caged | Foto: Marcello Casal Jr / ABr / CP Memória

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O Brasil abriu 56.151 vagas de emprego formal em março, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta sexta-feira pelo Ministério do Trabalho. Foi o terceiro mês de aumento consecutivo no número de vagas com carteira assinada. Para meses de março, este é o melhor resultado desde 2013, quando foram geradas 112.450 vagas.

O saldo positivo decorre de 1,340 milhão admissões e 1,284 milhão demissões. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas de analistas do mercado financeiro consultados pelo Projeções Broadcast, que esperavam de fechamento de 34.961 vagas a abertura de 73.500 vagas, com mediana positiva em 41.495 vagas.

Apesar de positivo, o desempenho do mês passado foi inferior às contratações líquidas registradas em fevereiro (65.058 vagas) e janeiro (82.855 vagas), já considerando o ajuste nos resultados desses meses. Em março de 2017, houve um fechamento de 57.594 postos de trabalho. No acumulado do primeiro trimestre do ano, houve abertura de 204.064 postos de trabalho com carteira assinada. Em 12 meses até março, há um saldo positivo de 223.367 vagas.

Setores

O resultado mensal foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 57.384 postos formais em março, e pela indústria de transformação, que abriu 10.450 novas vagas com carteira assinada. Em seguida, tiveram desempenhos positivos a construção civil (7.728 vagas), a administração pública (3.660), a extração mineral (360) e os serviços industriais de utilidade pública (274).

Por outro lado, tiveram saldo negativo a agropecuária (17.872 postos) e o comércio (5.878). Segundo o ministério, o resultado foi positivo em 16 das 27 unidades da Federação.


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