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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de Setembro de 2018

  • 08/08/2018
  • 11:40
  • Atualização: 12:21

Energia elétrica sobe 5,33% e tem maior impacto sobre IPCA de julho

Porto Alegre foi a capital com maior reajuste

Mesmo sendo item de maior impacto, houve desaceleração do aumento de energia em relação a junho  | Foto: Fernando C. Vieira / Grupo CEEE / Divulgação / CP

Mesmo sendo item de maior impacto, houve desaceleração do aumento de energia em relação a junho | Foto: Fernando C. Vieira / Grupo CEEE / Divulgação / CP

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  • AE

O aumento de 5,33% na conta de luz em julho foi o que mais pesou na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) do mês, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). As famílias gastaram 1,54% mais com Habitação em julho, uma contribuição de 0,24 ponto porcentual para o IPCA. Apesar da desaceleração em relação à alta de 7,93% registrada em junho, a energia elétrica foi o item de maior impacto na inflação de julho, o equivalente a 0,20 ponto porcentual.

Além da continuidade da vigência da bandeira tarifária vermelha patamar 2, com a cobrança adicional de R$ 0,05 por KWh consumido, houve reajustes nas tarifas cobradas por concessionárias em Porto Alegre (21,51%), Brasília (8,78%), Curitiba (15,06%) e São Paulo (15,84%). A conta de luz recuou apenas em Belém, Goiânia (-1,83%) e Vitória (-0,30%), por conta da redução na alíquota de PIS/Cofins.

Ainda no grupo Habitação, a taxa de água e esgoto subiu 0,69% em julho, com reajustes nas tarifas de São Paulo, Salvador, Porto Alegre e Goiânia. O item gás de botijão ficou 0,18% mais barato em julho, apesar da correção de 4,38% para o botijão de 13 quilos nas refinarias, autorizado pela Petrobras em 5 de julho.