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Porto Alegre, quinta-feira, 15 de Novembro de 2018

  • 07/09/2018
  • 19:39
  • Atualização: 20:30

Fogo Simbólico da Pátria é extinto, em Porto Alegre

Ato também marcou início oficial da Semana Farroupilha

Ato ocorreu no Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha | Foto: Alina Souza

Ato ocorreu no Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha | Foto: Alina Souza

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  • Jessica Hübler

Com representantes do Exército Brasileiro, da Marinha, da Aeronáutica, da Brigada Militar, dos Escoteiros e dos cavalarianos ligados ao Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTG), foi extinto, no final da tarde desta sexta-feira, o Fogo Simbólico da Pátria, que marcou o encerramento da Semana da Pátria 2018 e o início oficial da Semana Farroupilha no Rio Grande do Sul. O ato ocorreu no Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, onde é realizado há 71 anos.

A Pira da Pátria, acesa em 17 de agosto, percorreu 12 mil quilômetros em uma caravana capitaneada por integrantes da Liga da Defesa Nacional (LDN), em cinco eixos diferentes, sendo entregue diretamente em 150 cidades. Em 1º de setembro, todas as cidades iniciaram as comemorações da Semana da Pátria. Neste feriado de 7 de setembro, quando são comemorados os 196 anos da Independência do Brasil, a Semana da Pátria foi oficialmente encerrada. Mas antes de o Fogo Simbólico da Pátria ser extinto, foi cedida uma centelha para o MTG.

Desde 1947 a Chama Crioula é uma tradição na história do Rio Grande do Sul, quando oito estudantes do Colégio Estadual Júlio de Castilhos foram à Pira da Pátria e acenderam pela primeira vez a Chama Crioula, lançando o embrião da Semana Farroupilha, que se tornou oficial em 1964 e se consolidou como uma das mais expressivas tradições do Estado. Para o comandante do Comando Militar do Sul (CMS), general de exército Geraldo Antonio Miotto, é preciso manter as tradições. “Também gostaríamos de homenagear Paixão Côrtes, um homem extremamente patriota e que cultuou uma das mais caras tradições do nosso Rio Grande.”