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  • 13/01/2017
  • 12:57
  • Atualização: 14:35

RS registra 20 casos suspeitos de dengue na primeira semana de 2017

Dados divulgados pela Secretaria de Saúde apontaram 11 pacientes com suspeita de febre chikungunya

RS registra 20 casos suspeitos de dengue na primeira semana de 2017 | Foto: Twitter / Reprodução / CP

RS registra 20 casos suspeitos de dengue na primeira semana de 2017 | Foto: Twitter / Reprodução / CP

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  • Mauren Xavier

O Rio Grande do Sul registrou na primeira semana deste ano 11 casos suspeitos de febre chikungunya e 20 de dengue. Segundo a Secretaria Estadual de Saúde, as notificações, divulgadas nesta sexta-feira, ainda estão sendo investigadas.

De acordo com o último levantamento do Centro Estadual de Vigilância (CEVS) em Saúde, em 2016 foram confirmados 70 casos de febre chikungunya, sendo que 64 foram contraídos fora do RS, quatro eram autóctones, e dois estão em investigação. No caso dos autóctones, eram pacientes que residiam em Alegrete, Bento Gonçalves, Ibirubá e Ijuí. Em 2017 não houve ainda a identificação de nenhum caso de zika virus.

Os dados foram divulgados na manhã de hoje, quando ocorreu a primeira reunião Grupo de Monitoramento de Ações Estratégicas de Combate ao Aedes. O mosquito Aedes aeghypti é o responsável pela transmissão dessas três doenças (dengue, febre chikungunya e zika). Entre os 20 casos notificados de dengue neste ano, três foram descartados e 17 seguem em investigação. Ao todo, 211 municípios gaúchos seguem infestados pelo mosquito. O número é o mesmo do ano passado. Já sobre o zika vírus, foram 85 ocorrências no ano passado, sendo 44 autóctones e 32 importados.

Segundo o secretário estadual de Saúde, João Gabbardo dos Reis, essa época do ano é de alerta, em função da possibilidade de maior proliferação do mosquito. As larvas do Aedes são depositados em locais com água parada. Assim, a eliminação desses focos é fundamental no combate ao mosquito. No enfrentamento contra o mosquito, a SES manterá o estímulo a visitações dos agentes de saúde às residências. Mais de 14 milhões de visitas domiciliares (divididas por ciclos) foram realizadas no Estado em 2016.

No site disponibilizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs) estão disponíveis informações sobre o mosquito, as doenças e como buscar orientações.