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  • 08/01/2015
  • 20:02
  • Atualização: 20:27

EPTC admite necessidade de instalar mais um no break de sinaleira

Só um equipamento funciona, desde setembro

Equipamente será instalado na sinaleira no cruzamento entre as avenidas Assis Brasil e Sertório, considerado ponto crítico | Foto: Vinicius Roratto / CP Memória

Equipamente será instalado na sinaleira no cruzamento entre as avenidas Assis Brasil e Sertório, considerado ponto crítico | Foto: Vinicius Roratto / CP Memória

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  • Lucas Rivas / Rádio Guaíba

A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) informou nesta quinta-feira, um dia após mais uma pane em parte dos semáforos da zona Norte e da região Central, em função da chuva, que vai instalar, até o fim do mês, um equipamento de no break para manter o funcionamento da sinaleira no cruzamento entre as avenidas Assis Brasil e Sertório. O equipamento custa de R$ 10 mil a R$ 15 mil. O local foi escolhido por ser considerado um ponto crítico do trânsito de Porto Alegre.

Atualmente, apenas um no break está instalado no cruzamento das avenidas Salvador França com Ipiranga, na zona Leste. O aparelho, que funciona desde setembro, opera por até duas horas em caso de falta de energia elétrica. A compra do primeiro decorreu de contrapartida de um investidor privado.

Por essa razão, semáforos desligaram na Osvaldo Aranha com a Venâncio Aires e com a Ramiro Barcelos, além da Princesa Isabel com a Bento Gonçalves. Por volta das 20h30min, o problema persistia em apenas dois cruzamentos da avenida Getúlio Vargas. Já na avenida Souza Reis, um semáforo ficou travado no vermelho e deixou o fluxo lento no local.

A EPTC passou um ano e meio produzindo o projeto. Em setembro e outubro de 2012, mais de 300 sinaleiras entraram em pane devido à queda ou ao excesso de carga nos equipamentos, decorrentes da incidência de raios, além da falta de isolamento. Em setembro de 2013, o órgão suspendeu a abertura de uma licitação para a compra de no breaks depois que as caixas de força desregularam a programação do semáforo.

Quando falta energia, o no break é acionado automaticamente, mantendo em funcionamento as sinaleiras por até duas horas. Em média, seis agentes de trânsito são necessários para administrar o tráfego de veículos e a circulação de ciclistas e pedestres quando um semáforo desliga.