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  • 23/02/2015
  • 13:03
  • Atualização: 20:41

Cidades gaúchas são afetadas por protesto de caminhoneiros no Rio Grande do Sul

Manifestações ocorrem desde de manhã e não têm hora para acabar, segundo manifestantes

Manifestações ocorrem desde de manhã e não tem hora para acabar, segundo manifestantes | Foto: Luiz Carlos Machado / A Palavra / Especial / CP

Manifestações ocorrem desde de manhã e não tem hora para acabar, segundo manifestantes | Foto: Luiz Carlos Machado / A Palavra / Especial / CP

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Além da interrupção do tráfego de caminhões que ocorre em Boa Vista do Buricá, Ijuí, Pelotas, São Sepé e Seberi, Júlio de Castilhos também tem protesto contra aumento de combustíveis, tributos sobre transporte e a alta do preço dos pedágios na BR 158. Também em Palmeira das Missões centenas de caminhões estão parados no acostamento da BR 468 (km 1). A manifestação iniciou às 9h e segundo os caminhoneiros "não tem horário para terminar". No km 50,5 da BR 386, em Seberi, a movimentação iniciou às 5h da manhã. Igualmente centenas de caminhões ocupam o acostamento da rodovia federal e pátios de postos de combustível. Não foram registrados incidentes tanto em Palmeira das Missões, como em Seberi.

Os caminhoneiros liberam a passagem somente de cargas vivas, transporte de lixo, carros e ambulâncias. Além de se manifestar contra o aumento de combustíveis, eles também reivindicam melhorias nas estradas e a criação de uma tabela com preços fixos a serem cobrados pelo frete por quilômetro rodado, não mais por viagem. Os motoristas, com apoio de outros segmentos, como agricultores e entidades de classe, distribuíram panfletos aos motoristas. Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o maior transtorno foi registrado em Pelotas, onde os policiais rodoviários encontraram seis quilômetros de congestionamento.