Correio do Povo | Notícias | Alckmin defende plano plurianual para o agronegócio e porte de arma no campo

Porto Alegre

27ºC

Ver a previsão completa

Porto Alegre, terça-feira, 20 de Novembro de 2018

  • 31/07/2018
  • 16:51
  • Atualização: 17:50

Alckmin defende plano plurianual para o agronegócio e porte de arma no campo

Pré-candidato tucano mencionou diversos assuntos em entrevista na televisão

Alckmin defende plano plurianual para o agro e porte de arma no campo | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP

Alckmin defende plano plurianual para o agro e porte de arma no campo | Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil / CP

  • Comentários
  • AE

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República nas eleições 2018, Geraldo Alckmin, disse que em um eventual governo vai abraçar pautas do agronegócio, como a adoção de plano plurianual de safra, seguro de renda para o produtor, maior segurança jurídica e investimentos em infraestrutura, pesquisa e inovação.

Em entrevista ao Canal Rural, o tucano também voltou a defender a facilitação do porte e posse de armas no campo para combater a violência. Na entrevista de dez minutos, Alckmin apenas mencionou cada um desses assuntos, sem entrar em detalhes. Sobre a questão envolvendo os juros do crédito rural, ele disse que a queda da Selic foi grande e que, para permitir novos avanços, é necessário criar uma boa política fiscal, "que é o que não temos", acrescentou.

Ele também prometeu dar mais segurança no campo, tanto no aspecto jurídico, em especial no trato das invasões de terras, como no aspecto social. Em relação à violência no campo, o tucano disse que atuará para proteger melhor as fronteiras do tráfico de drogas, de armas e do contrabando de mercadorias, e que pretende facilitar a posse e o porte de arma no campo. "Quem vive no campo não tem a polícia passando na porta de casa na esquina; é outra realidade", justificou.

Questionado sobre o tabelamento do frete, o ex-governador paulista se disse contrário à medida, mas avaliou que o governo errou ao permitir que a Petrobras reajustasse diariamente o preço do combustível e defendeu um imposto regulatório que suavizasse a alta dos preços do petróleo no mercado internacional.

Alckmin também mencionou investimentos em infraestrutura e a integração de modais tanto para fins de queda do preço do frete como para geração de empregos. "Com agências reguladoras e bom marco regulatório, temos condições de trazer muito investimento", disse.