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  • 28/08/2018
  • 14:17
  • Atualização: 14:27

Alckmin se reúne com empresários em Caxias do Sul

O Candidato à presidência pelo PSDB cumpriu agenda com sua vice, Ana Amélia Lemos

Alckmin esteve em Caxias na manhã de hoje | Foto: Greici Demoliner Tedesco / Divulgação / CP

Alckmin esteve em Caxias na manhã de hoje | Foto: Greici Demoliner Tedesco / Divulgação / CP

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  • Celso Sgorla

O Candidato à presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, e a canditada a vice Ana Amélia Lemos estiveram em Caxias do Sul na manhã desta terça-feira. Eles se reuniram com empresários na Câmara de Indústria, Comércio e Serviços (CIC). A agenda foi rápida e esteve restrita à a classe empresarial, sem contato com a população.

Antes da fala do candidato, o presidente da CIC, Ivanir Gasparin, entregou uma carta com as reivindicações do setor industrial da cidade, pedindo melhorias na infraestrutura, especialmente na questão das rodovias da Serra. Os empresários também querem o restabelecimento de um ambiente de diálogo para a retomada dos negócios.

Alckmin afirmou que é preciso restabelecer um ambiente de confiança onde o governo e a iniciativa privada possam investir em projeto de infraestrutura,  onde poderão ser gerados milhares de empregos. “Infraestrutura é emprego na veia”, afirmou. Durante sua explanação, Alckmin também falou que vai tocar em frente propostas para as reformas política, do estado, tributária e previdenciária. “Vou tocar o dedo na ferida, enfrentar as corporações”, disse.

Sobre a reforma política, disse que quer reduzir o número de partidos, implantar o voto distrital, o voto facultativo e a cláusula de desempenho. Quando falou da reforma tributária, Alckmin foi aplaudido pelos presentes ao anunciar a necessidade de fazer a simplificação da reforma tributária com apenas cinco impostos: IPI, ICMS, ISS, PIS e Cofins.

Sobre reforma previdenciária,  a intenção é de que trabalhadores do setor público e privado sejam enquadrados em um mesmo regime de Previdência, onde todos pagarão o teto do INSS no valor de R$ 5,6 mil e, a partir daí, o empregado opte por uma previdência complementar. Quanto à reforma do Estado, ele afirma ser inadmissível o país ter 146 empresas estatais. O candidato pretende extinguir e privatizar parte delas. A intenção, segundo o candidato é fazer todas essas reformas já no primeiro ano de mandato. Ontem, o candidato passou por Pelotas, no Sul do Estado.