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Porto Alegre, terça-feira, 13 de Novembro de 2018

  • 07/09/2018
  • 07:28
  • Atualização: 07:29

Presidenciáveis suspendem campanha após ataque a Jair Bolsonaro

Comitês preferiram aguardar manhã do feriado pelo Dia da Independência para tomarem decisões definitivas

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  • R7

Os comitês preferiram esperar a manhã do feriado pelo Dia da Independência para tomarem decisões definitivas nas agendas oficiais para os próximos dias. Ciro Gomes (PDT) usou as redes sociais para informar que havia cancelado os eventos em Natal (RN) "devido ao atentado contra o deputado Jair Bolsonaro" e iria aguardar para tomar outras decisões.

A assessoria de imprensa de Geraldo Alckmin (PSDB) disse que “em respeito ao candidato Jair Bolsonaro” a visita a uma obra social em Guaratinguetá (SP) estava suspensa.

Fernando Haddad (PT), candidato a vice na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva, cancelou participação que faria no Grito dos Excluídos, em São Paulo (SP).

Em nota, Guilherme Boulos (PSOL) informou que as atividades do candidato estão suspensas momentaneamente.

João Amoêdo (Novo) também foi às redes sociais para anunciar que havia cancelado a caminhada e carreata com apoiadores em Campo Grande (MS) por "solidariedade ao candidato Bolsonaro".

Em comunicado distribuído à imprensa, Marina Silva (Rede) disse que cancelou “até segunda ordem” qualquer agenda de campanha.

A assessoria de imprensa de Álvaro Dias (Podemos) confirmou no fim da noite da quinta-feira que manteria encontro com produtores rurais, em Presidente Wenceslau (SP).

Bolsonaro levou uma facada enquanto caminhava em campanha pelas ruas do centro de Juiz de Fora (MG). A Polícia Militar de Minas Gerais prendeu Adélio Bispo de Oliveira, de 40 anos, suspeito de ter golpeado o candidato do PSL.

O candidato foi levado imediatamente para a Santa Casa da cidade para passar por cirurgia na região abdominal. A operação estancou a hemorragia interna causada pela perfuração. Os intestinos grosso e delgado sofreram perfuração. O fígado foi preservado.

Os médicos ainda avaliam a possibilidade de transferência de hospital do candidato. Luiz Henrique Borsato, um dos profissionais que atuou na cirurgia, disse que Bolsonaro deve ficar até dez dias hospitalizado.