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  • 23/12/2015
  • 09:35
  • Atualização: 12:14

Sartori entrega à Assembleia Legislativa pedido de convocação extraordinária

Presidente da Casa convocou sessão para próxima segunda-feira

Sartori entrega à Assembleia Legislativa pedido de convocação extraordinária | Foto: Vinícius Reis / AL / Divulgação / CP

Sartori entrega à Assembleia Legislativa pedido de convocação extraordinária | Foto: Vinícius Reis / AL / Divulgação / CP

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  • Correio do Povo e Rádio Guaíba

* Com informações de Gabriel Jacobsen

Por volta das 8h30min desta quarta-feira, o governador do Estado, José Ivo Sartori, foi pessoalmente à Assembleia Legislativa (AL) do Rio Grande do Sul para entregar o pedido de convocação extraordinária dos deputados, que entraram em recesso parlamentar nessa terça. Ele também levou os projetos que devem ser votados entre Natal e Ano Novo. 

Confira os projetos protocolados

Sartori destacou que o pacote - com 15 novas proposições, totalizando 29 projetos com os que já tramitam na Casa - são de extrema importância para o futuro do Estado. “Desde que assumimos estamos lutando para que o Rio Grande volte a crescer. Enfrentar a crise e buscar soluções foi o nosso Norte, e hoje, trazemos até o presidente Brum o pedido da convocação de sessão extraordinária, para que possamos seguir nosso trabalho e iniciar o próximo ano com mais eficiência do Estado”, disse o governador.

A Assembleia confirmou que foi convocada uma sessão plenária pelo presidente da Casa, deputado Edson Brum (PMDB), para 14h da próxima segunda-feira. Se todos os projetos não puderem ser votados no dia 28, nova sessão deve ser agendada para terça. A expectativa é de que não sejam necessários mais do que dois dias para a votação dos projetos do Executivo. O governador deve conceder uma coletiva na tarde desta quarta, juntamente com secretários, para detalhar os projetos.

Além da polêmica em torno da matéria de criação da Lei de Responsabilidade Fiscal Estadual, que vincula a concessão de aumento real de salários, em todos os poderes, a 25% da receita excedente, pelo menos mais uma proposta promete acirrar os ânimos e tensionar ainda mais a relação do Executivo com o funcionalismo público: a que limita a cedência de servidores para atuação em sindicatos. Atualmente, segundo levantamento do governo gaúcho, é gasto mensalmente R$ 1,3 milhão com o pagamento dos salários de 118 servidores que estão cedidos para exercer atividades em sindicatos. No ranking dos dez maiores vencimentos de líderes sindicais, os valores mensais nos contracheques variam de R$ 57,1 mil, em primeiro lugar, a R$ 31,7 mil, para a décima posição.