A história que Renato não contou

Conto abaixo a história que Renato não contou domingo.
Deixou para Romildo contar e o presidente também não contou por uma questão de ética.
Vendo o peixe como comprei e comprei bem.
Ouvi a história de um ilustre dirigente do Grêmio e chequei com outro.
Bateu.
Dois do altíssimo escalão.
Pediram anonimato.
No dia 11 de março o Grêmio venceu o Inter por 2 a 1 no Gre-Nal 413.
A vitória garantiu o Grêmio nas quartas de final do Gauchão para enfrentar, de novo, o Inter em dois clássicos.
O Inter era o líder do Gauchão, com 18 pontos, enquanto o Grêmio estava em oitavo, com 13.
Mas o Tricolor vinha de três vitórias no Estadual, enquanto o Colorado empatara seus últimos três jogos.
Depois da partida alguns jogadores do Inter foram até o vestiário falar com alguns jogadores do Grêmio.
Com um pedido: que parassem as gozações.
Não houve pedido para o Grêmio aliviar no clássico seguinte.
Tanto que o Grêmio fez 3 a 0.
Em 2016 Sasha alfinetou Grêmio e dançou a “valsa dos 15 anos” em gol do hexa ao Inter.
O atacante ergueu bandeirinha de escanteio em comemoração para tocar “flauta”.
Em 2013 o argentino D’Alessandro promoveu a comemoração do binóculo.
Segundo ele, teve a ver com uma declaração do técnico do Grêmio, Renato Portaluppi, que disse que as equipes precisavam ver o Grêmio de binóculo.
D’Ale ainda disse que a torcida do Grêmio precisava de fita VHS para assistir aos últimos títulos.
Querem saber quem começou com as provocações? Impossível.
Elas são centenárias, como o Gre-Nal.

Hiltor Mombach :