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Porto Alegre, quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018

  • 17/04/2018
  • 07:28
  • Atualização: 12:34

Netflix tem mais assinantes que o previsto no primeiro trimestre de 2018

Empresa atualmente conta com 125 milhões de pagantes

Netflix tem mais assinantes que o previsto no primeiro trimestre de 2018  | Foto: Netflix / Divulgação / CP

Netflix tem mais assinantes que o previsto no primeiro trimestre de 2018 | Foto: Netflix / Divulgação / CP

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  • AFP

O serviço americano de vídeos por streaming Netflix obteve resultados melhores do que o previsto no primeiro trimestre deste ano, com 7,41 milhões de assinantes adicionais, anunciou o grupo nesta segunda-feira. A plataforma conta atualmente com 125 milhões de assinantes no mundo todo, 7,41 milhões a mais do que há três meses, quando analistas esperavam um crescimento limitado a 6,3 milhões.

Desse total, 119 milhões são pagos e 6 milhões correspondem a pessoas que estão em período de teste do serviço, que durante o primeiro mês de uso é gratuito. Dos 125 milhões de assinantes, 68,3 milhões vivem fora dos Estados Unidos, e dos 7,41 milhões novos assinantes, apenas 1,96 milhão vive no país onde o serviço está baseado.

Financeiramente, o grupo superou suas próprias expectativas, com lucro líquido de 290 milhões de dólares no primeiro trimestre, 8 milhões a mais do que o previsto pela companhia, crescendo 60% em relação ao mesmo período do ano passado. O volume de negócios da Netflix ficou no período considerado em 3,7 bilhões de dólares (40% a mais do que nos primeiros três meses de 2017), acima das previsões do grupo e convergente com a média das projeções dos analistas. 

Com cerca da metade de seu volume de negócios e 55% de seus assinantes radicados no exterior, a Netflix colhe os frutos de seus investimentos significativos destinadas a mercados fora dos Estados Unidos. Para o segundo trimestre de 2018, a empresa prevê uma alta de 6,2 milhões de assinaturas (5 milhões deles fora dos Estados Unidos), para chegar a um total de 131 milhões. Contempla também maiores investimentos em conteúdos e em marketing e prevê que as vendas no exterior sejam superiores às receitas provenientes dos Estados Unidos.