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Porto Alegre, terça-feira, 18 de Dezembro de 2018

  • 07/11/2018
  • 18:23
  • Atualização: 18:24

Deputada Tereza Cristina é indicada ao Ministério da Agricultura

Nome partiu da bancada ruralista da Câmara e Bolsonaro aprovou

Tereza Cristina foi indicada para o Ministério da Agricultura | Foto: Wilson Dias / ABr / CP

Tereza Cristina foi indicada para o Ministério da Agricultura | Foto: Wilson Dias / ABr / CP

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  • Agência Brasil

Durante encontro com o presidente eleito Jair Bolsonaro, a bancada ruralista indicou nesta quarta-feira a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS), 64 anos, para ser a ministra da Agricultura. Se confirmada, ela será a primeira mulher escolhida por Bolsonaro para integrar o governo que começa em 2019. O deputado federal Nelson Marquezelli (PTB-SP) confirmou a sugestão.

À tarde, Bolsonaro confirmou a indicação:

A indicação foi feita por um grupo de 20 integrantes da Frente Parlamentar Agropecuária (FPA), em reunião no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB), em Brasília, onde funciona o gabinete de transição de governo. A bancada ruralista no Congresso Nacional reúne aproximadamente 260 parlamentares.

Engenheira agrônoma e empresária, Tereza Cristina é presidente da FPA e tem uma longa trajetória no setor. Ela foi secretária de Desenvolvimento Agrário da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo de Mato Grosso do Sul durante o governo de André Puccinelli (MDB).

Neste ano, Tereza Cristina foi uma das lideranças que defenderam a aprovação do Projeto de Lei 6.299, que flexibiliza as regras para fiscalização e aplicação de agrotóxicos no país.

Durante a campanha e depois de eleito, Bolsonaro fez várias defesas do agronegócio e dos investimentos no campo. Ele chegou a anunciar a fusão dos ministérios da Agricultura e do Meio Ambiente, mas depois afirmou que a questão ainda não está definida.

Na terça o presidente eleito disse que as negociações para a escolha do nome para o Ministério da Agricultura era uma dos mais avançadas e que poderia ser divulgada ainda nesta semana.

Jair Bolsonaro já confirmou os nomes de Paulo Guedes, para Economia; Sergio Moro, para Justiça; Onyx Lorenzoni, para Casa Civil; Marcos Pontes, para Ciência e Tecnologia; e o general Augusto Heleno, para o Gabinete de Segurança Institucional.