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Porto Alegre, terça-feira, 20 de Novembro de 2018

  • 14/07/2018
  • 09:53
  • Atualização: 09:54

Feira da Agricultura Familiar conta com 257 inscritos para a Expointer

Pequenas agroindústrias terão mais espaço este ano e levarão mais expositores a Esteio

Inscrições ainda passarão por verificação de requisitos ao longo da semana | Foto: Stephany Sander / Especial / CP Memória

Inscrições ainda passarão por verificação de requisitos ao longo da semana | Foto: Stephany Sander / Especial / CP Memória

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A Secretaria do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR) recebeu, até ontem ao meio-dia, 257 inscrições de interessados em expor produtos na Feira da Agricultura Familiar da Expointer, que ocorre de 25 de agosto a 2 de setembro, em Esteio. O prazo para cadastro encerrava-se à meia-noite. Neste ano, o espaço da feira será ampliado, já que um segundo pavilhão, em fase de conclusão, se somará ao existente.

O técnico do Departamento de Agricultura Familiar e Agroindústrias da SDR, Júnior Lopes, diz que na próxima semana começará a verificar se todas as inscritas atendem os requisitos exigidos. A reunião para homologação dos participantes está marcada para o dia 26. “A ideia é que haja ampliação do número de expositores, bem como do espaço destinado a cada um deles”, destaca Lopes. No ano passado, 198 empreendimentos estiveram no evento.

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Estado (Fetag) viu o número de empreendimentos inscritos saltar de 150 no ano passado para 194 até o início da tarde de ontem, superando a meta de 180. “Vamos lutar para que haja vagas para todos”, afirma o assessor de Agroindústrias da entidade, Jocimar Rabaioli.

A Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar (Fetraf/RS) não divulgou um número exato, mas estima que cerca de 40 empreendimentos se cadastraram. O número é semelhante ao de 2017. O coordenador estadual da entidade, Rui Valença, considera a feira importante porque permite que uma agroindústria sob o Serviço de Inspeção Municipal (SIM) venda grandes volumes para pessoas de todo o Estado. Mas os negócios prospectados no evento dificilmente se concretizam depois porque o SIM não permite comercialização rotineira fora dos municípios dos empreendimentos.