Jeferson Tenório fala de sua trajetória

Jeferson Tenório fala de sua trajetória

Patrono da Feira do Livro de Porto Alegre foi entrevistado em live da ARI

O patrono da Feira do Livro 2020, Jeferson Tenório, foi entrevistado em uma live da Associação Rio-grandense de Imprensa (ARI)

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O patrono da Feira do Livro de Porto Alegre, Jeferson Tenório, foi entrevistado, nesta terça-feira, em uma live da Associação Rio-grandense de Imprensa (ARI). Julieta Amaral coordenou o painel, que contou com a participação de vários jornalistas, entre eles Adriana Androvandi, que representou o Correio do Povo, entre os entrevistadores. A conversa pode ser assistida na página da ARI no Facebook.
Entre as temáticas, o escritor abordou o racismo estrutural, que faz parte das questões que integram o seu mais recente livro, “O Avesso da Pele”. Também respondeu perguntas sobre arte e diálogos em tempo de polarização. “Sou um contador de histórias”, disse sobre si mesmo, abordando que seus livros tem um estilo fluido, não utilizando vocabulários sofisticados, mas isso não significa que não sejam histórias complexas. Aos 43 anos, com formação em Letras, ele revelou a importância que os jornais tiveram em sua vida. “O jornalismo foi por onde eu comecei a gostar de ler, tanto crônicas como notícias”, revelou, além da forte influência da música. 
A quem deseja ser um escritor e pede um conselho, ele diz que o primeiro é ler. “A partir da leitura, a gente precisa escolher um gênero. Eu escolhi o romance. E é preciso ter disciplina”, contou. Sobre a situação do livro no Brasil, o patrono acredita que há futuro. Sobre o fechamento de livrarias, ele opina: “O modo como as grandes livrarias estavam tratando o livro, como um produto qualquer, colapsou. Acredito que as pequenas livrarias estão fazendo um ótimo trabalho, sendo próximas ao cliente e conhecendo os livros que vendem”.


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