Arte & Agenda

"Metaverse" explora o universo pós-Covid em espaço coletivo e virtual compartilhado

Atração do Porto Alegre em Cena tem três sessões diárias, na Fábrica do Futuro, até 27 de outubro

Filme explora o distanciamento social, entendimentos filosóficos de tecnologia em rápido avanço, crescente desigualdade de riqueza, divisões exacerbadas na ideologia e a colonização das nossas terras internas, externas e digitais.
Filme explora o distanciamento social, entendimentos filosóficos de tecnologia em rápido avanço, crescente desigualdade de riqueza, divisões exacerbadas na ideologia e a colonização das nossas terras internas, externas e digitais. Foto : Carol Xarlene

Pelo Porto Alegre em Cena, a vídeo-instalação imersiva "Metaverse: estamos no fim de algo" pode ser conferida até a próxima quarta, dia 27, na Fábrica do Futuro (Câncio Gomes, 609) - ponto de encontro do festival - em sessões gratuitas às 17h, 18h e 19h. Os ingressos são adquiridos na plataforma Sympla, e é obrigatório o passaporte vacinal. 

Assinado por  Keiken (Reino Unido), o título remete a um mundo virtual que se aproxima da realidade através de dispositivos digitais. É um espaço coletivo e virtual compartilhado, constituído pela soma de "realidade virtual", "realidade aumentada" e “Internet". Criado como mecanismo de um jogo, o filme se passa em um mundo imaginado, que estabelece o diálogo entre eventos atuais e futuros, em um universo pós Covid-19 e cria vários conceitos possíveis. Ele explora o distanciamento social, entendimentos filosóficos de tecnologia em rápido avanço, crescente desigualdade de riqueza, divisões exacerbadas na ideologia e a colonização das nossas terras internas, externas e digitais.

O tempo deste Metaverse é definido em um estado no qual as estruturas do mundo estão à beira de enormes mudanças: o final de algo que não se sabe definir, um estado de transição difícil para a mente coletiva compreender. Portanto, fricção, confusão e medo vêm à tona em um campo de batalha caótico de emoções. Esses sentimentos são transpostos em símbolos e semiótica para construir a arquitetura do filme e usados ​​para reimaginar a arquitetura do corpo. Afinal, são eles que nos motivam a construir, inventar e criar todos artefatos e instrumentos da cultura”. 

 

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