Pata de Elefante é atração do Ocidente Acústico

Pata de Elefante é atração do Ocidente Acústico

Gabriel Guedes e Daniel Mossmann fazem o show "Boca Fechada Não Entra Mosca", com a participação do baterista Pedro Petracco, hoje e no dia 23 de setembro

Correio do Povo

O grupo surgiu em 2002, e desde 2017 é uma dupla, formada por Gabriel Guedes e Daniel Mossmann fazendo as guitarras e baixos

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O projeto Ocidente Acústico apresenta nesta quinta e na próxima (dias 16 e 23), noites dedicadas à música instrumental, no Ocidente (João Telles com Osvaldo Aranha), com a Pata de Elefante. O show "Boca fechada Não Entra Mosca" ocorre a partir das 21h, mas a casa abre às 19h30min. Todos os protocolos sanitários serão respeitados, com público limitado a 50 pessoas; todas as janelas abertas; distanciamento entre mesas e cadeiras e uso obrigatório de máscara para circular. Os ingressos estão à venda na plataforma Sympla. 

O grupo surgiu em 2002, e desde 2017 é uma dupla, formada por Gabriel Guedes e Daniel Mossmann fazendo as guitarras e baixos como de costume, por causa da saída do baterista Gustavo Telles, que passou a se dedicar à  carreira solo. Este show terá a participação do baterista Pedro Petracco.
Em janeiro de 2018, a dupla entrou em estúdio para dar início aos trabalhos de um novo disco, com a bateria sendo assumida por Reynaldo Migliavacca para a gravação. Atualmente residindo em Londres, Reynaldo faz parte da banda Lowly Hounds, e já tocou na Charly Coombes & The New Breed.

Em 19 anos (2002-2021), a Pata de Elefante lançou quatro discos, tocou em diversos lugares do Brasil, ganhou prêmios como VMB 2009 (MTV) de Melhor Banda Instrumental e Açorianos de Revelação (2005) e Melhor Disco Instrumental (2011).  Participou de projetos e editais, teve músicas incluídas em trilhas sonoras de filmes e conquistou público e crítica, com a força de sua música. Apostando em melodias, em riffs impactantes e em grooves envolventes, a Pata de Elefante levou seu rock instrumental para um público acostumado a ouvir música com vocal. E se tornou referência entre as bandas instrumentais brasileiras que surgiram na primeira década do século XXI.

 


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