Projeto “O Tempo Como Verbo” ganha trilha sonora e livro de contos

Projeto “O Tempo Como Verbo” ganha trilha sonora e livro de contos

Produções são inspiradas na exposição virtual do projeto

Correio do Povo

“O Fim do Presente” possui sete contos baseados nas obras da exposição

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O projeto "O Tempo Como Verbo", idealizado pelo Instituto Cultural Torus, ganhou a trilha sonora “Sete infinitudes” e o livro de contos “O Fim do Presente”. As duas produções foram inspiradas na exposição virtual, disponível no site do Torus, na qual fotografias, vídeos e esculturas trazem reflexões sobre as multifacetadas dimensões do tempo. 

“O Fim do Presente” possui sete contos baseados nas obras da exposição. Vitor Diel, responsável por selecionar os autores, explica que a proposta foi reunir nomes com uma escrita potente, importante e representativa da diversidade da literatura gaúcha. Os escolhidos para fazer parte da coletânea foram Jeferson Tenório, Davi Kotek, Taiasmin Ohnmacht, Juliana Maffeis, José Falero, Atena Beauvoir e Mariam Pessah. O material é bipartido, trazendo do lado oposto um catálogo da exposição, com imagens das obras, reflexões de Laura Cattani e Munir Klamt, e ensaios sobre os artistas de Juliana Proenço. O artista Guilherme Dable é o responsável pela parte gráfica e intervenções nas imagens. O livro está disponível no site do Instituto Cultural Torus em versão digital, com edição limitada de 500 exemplares. 

A trilha “Sete Infinitudes” acompanha a leitura e foi desenvolvida por Caio Amon. Ele conta que, ao longo do processo de produção, descobriu que estava fazendo uma “arqueologia sonora”. Através da música, Caio visitou lugares sonoros abandonados que, com a chegada do ouvinte, despertam e revivem parte de seu passado. A trilha pode ser encontrada no Soundcloud e no YouTube. Para ficar por dentro de todas as informações de "O Tempo Como Verbo", basta acessar o site e o Instagram. O projeto é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc.


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