COP26 e a matriz energética

COP26 e a matriz energética

Conferência em Glasgow deverá debater as fontes renováveis de energia

Renato Rossi

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A Conferência Mundial sobre Mudanças Climáticas, patrocinada pela ONU, começa na próxima segunda feira, na cidade de Glasgow, na Escócia. A COP26 será realizada numa realidade de máxima urgência. Que não permite mais adiamentos ou a encenação dos poderes do mundo que não querem por lucro, egoísmo, uma ação contundente em relação á proteção ambiental. O mundo na direção do carbono zero.

Na semana que passou, veículos de comunicação com total credibilidade como The New York Times e The Economist, entre outros, noticiaram as pressões das petroleiras Shell, Exxon e British Petroleum sobre os governos para que afrouxem as legislações ambientais. A intenção é “jogar para a torcida”. Para a opinião publica, as petroleiras estão preocupadas com a preservação do meio ambiente. São agora as empresas de energia limpa. Quando, na verdade, só querem preservar o petróleo.

No encontro de Glasgow um dos temas prioritários será o da mudança da matriz energética. Do combustível fóssil para as fontes renováveis de energia. Serão discutidas as diversas velocidades do processo de eletrificação dos carros que segue acelerado, principalmente nos países ricos, que têm condições de montarem uma completa estrutura de sustentação em curto espaço de tempo. 

Nesta semana, a Toyota anunciou um investimento de 3,4 bilhões de dólares para a produção de baterias para carros elétricos, em unidades industriais nos Estados Unidos. Em 2030, mais de 80% das vendas globais da marca japonesa serão de veículos elétricos. O presidente mundial da montadora, Akio Toyoda, estará em Glasgow, com o seu prestígio em alta. 

 


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