Salvando o presidente
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Salvando o presidente

Agente é acusado de traição e tem de provar inocência em “Invasão ao Serviço Secreto”

Por
Chico Izidro

Nick Nolte e Gerard Butler vivem pai e filho em conflito

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A franquia iniciada por “Invasão à Casa Branca” e seguida por “Invasão à Londres” chega a seu terceiro capítulo com “Invasão ao Serviço Secreto”, com direção de Ric Roman Waugh. E vamos combinar, não precisava. Estrelado novamente pelo astro Gerard Butler, vivendo o agente secreto Mike Banning, que já salvou a Casa Branca e Londres. Agora, ele é acusado de traição e tentativa de matar o presidente norte-americano, Orador Trumbull (Morgan Freeman), e tem de fugir do FBI para tentar provar a sua inocência.

Aí você vai vendo o filme, e pensando nas cenas, remendos de outras tantas produções. Está na cara que o agente é inocente, pois as pistas deixadas pelos verdadeiros vilões são claramente armadas. Então Banning recorre ao pai, vivido por um envelhecido Nick Nolte, um ex-soldado da Guerra do Vietnã desconfiado de tudo e de todos. E o vilão? Na primeira vez que aparece, fica evidente que o personagem é o sacana da história.

Claro, é um filme de ação, cinema pipoca. Então não é para filosofias e pensamentos profundos. Quem for assistí-lo quer ver explosões, tiros, perseguições de carros. E isso “Invasão ao Serviço Secreto” tem de sobra.

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