Serial killer polonês
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Serial killer polonês

"Morte às Seis da Tarde”, direção de Patryk Veja, está disponível no Netflix

Por
Chico Izidro

A policial Helena é traumatizada pela perda do noivo

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Da improvável Polônia vem um grande filme de suspense policial envolvendo a caça de uma policial traumatizada a um serial killer. Em “Morte às Seis da Tarde”, direção de Patryk Veja, e disponível no Netflix.

A trama foca em uma série e assassinatos na cidade de Wroclaw. Todos ocorrem no espaço de uma semana e como diz no título, sempre às seis da tarde. O primeiro corpo é encontrado no meio de um mercado costurado dentro de couro de um boi. O segundo corpo é desfilado pela cidade por dois cavalos, cada um carregando uma parte.

De início, os crimes não parecem ter conexão, mas então surge a teoria de que as vítimas eram pecadoras e estão pagando por seus crimes. Em seus corpos são tatuados o time de pecado que cometeram em vida.

A policial designada para o caso é Helena Rus (Malgorzata Kozuchowska), traumatizada após ter perdido o noivo, morto por um motorista bêbado, que saiu incólume da acusação, por ser político.

Para sua investigação, ela ganha o reforço da especialista em crimes Magda Drewniak, de Varsóvia. E em suas pesquisas, elas descobrem que os crimes são referências a punições impostas a criminosos no século XVIII em Breslau – são seis pragas:  degeneração, pilhagem, suborno, difamação, opressão e desonestidade.

O filme não poupa em cenas sangrentas e explícitas, com muitas gravações em áreas externas, principalmente locais públicos. E tem várias reviravoltas surpreendentes. “Morte às Seis da Tarde”, enfim, é um filme bem dinâmico.

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