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Violento e com humor

Em “John Wick 3: Parabellum” , direção de Chad Stahelski, nada é para ser levado a sério.

Por
Chico Izidro

Halle Barry é um dos novos nomes em atuação neste terceiro filme da franquia

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O assassino profissional John Wick (Keanu Reeves) retorna para a sua terceira aventura. Em “John Wick 3: Parabellum” , direção de  Chad Stahelski, nada é para ser levado a sério. O filme não chega a ser uma comédia, mas tem seus momentos engraçados, porém podem ser contabilizadas mais de uma centena de mortes. Só para lembrar, nos longas anteriores, o personagem título está aposentado, curtindo a vida ao lado da esposa Hellen e de seu cachorro de estimação, e seu carro. Pois mafiosos matam a sua mulher e roubam seu cachorro e o seu carro. Ele fica mais furioso por causa destes dois últimos detalhes e vai em busca de vingança.

Mas acaba quebrando o código dos assassinos, ao matar um inimigo no Hotel Continental, local de refúgio dos criminosos. Agora, sua morte passa a valer 14 milhões de dólares e vários assassinos partem em busca de sua cabeça. Wick foge por uma chuvosa Nova Iorque, e mesmo ferido, vai abatendo um a um aqueles que tentam eliminá-lo. A ação passa para o Marrocos, onde aparece uma assassina interpretada por Halle Berry, que parece nunca envelhecer. E dê-lhe mais mortes.

Depois, os movimentos retornam para Nova Iorque. E o engraçado da coisa é que Wick parece indestrutível. É esfaqueado, baleado, socado. Mas permanece de pé. E as mortes de seus caçadores são as mais impressionantes possíveis. Mas lembrem-se, é um filme de ficção que não se pretende sério, e uma franquia que parece que continuará...a cena final deixa em aberto uma possível quarta parte. Ah, note um dos caçadores de Wick, Zero (o ator Mark Dacascos, que fez muito sucesso nos filmes de ação dos anos 1990 e depois sumiu do mapa). Seu vilão é muito engraçado e daqueles personagens que se negam a morrer, infernizando até não poder mais o herói.